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:: Sexta-feira, Junho 03, 2011 ::

Oi to meio sumido mais vou postar ou copiar algo interessante. abraços
:: Publicadoo por: Lord Hermes 7:08 PM [+] ::
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Comments: :: Sexta-feira, Outubro 08, 2010 ::
PEÇO DESCULPA AOS IRMÃOS DE FÉ,MAS PARA ESTUDO FIZ CÓPIAS DE SEUS TEXTOS.
OBRIGADO PELA COLABORAÇÃO.
:: Publicadoo por: Lord Hermes 7:42 PM [+] ::
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Comments:
BATISMO
Olá irmãos


Que a paz de Oxalá esteja com todos


Pois bem irmãos, seguindo as postagens sobre a vida de Jesus Cristo, uma passagem, muito bonita é o Batismo de Jesus por seu primo João Batista. Mas antes de descrever esta passagem, entendamos um pouco do que é Batismo.
O batismo ou baptismo (português europeu) é um rito de passagem, feito normalmente com água sobre o iniciado através da imersão, efusão ou aspersão. Este rito de iniciaçãoestá presente em vários grupos, religiosos ou não, onde destacam-se Católicos, Protestantes,Evangélicos, Unicistas, Mormonismo, Adventistas do Sétimo Dia, Testemunhas de Jeová e os Batistas. Na Maçonaria, embora seja ordem filosófica e não uma religião, o rito do batismo foi substituído pela adoção de Lawtons.



O termo é a transliteração do grego "βαπτισμω" (baptismō) para o latim (baptismus), conforme se vê naVulgata em Colossenses 2:12. Este substantivo também se apresenta como "βαπτισμα" (baptisma) e "βαπτισμός" (baptismós), sendo derivado do verbo "βαπτίζω" (baptizō), o qual pode ser traduzido por "batizar", "imergir", "banhar", "lavar", "derramar", "cobrir" ou "tingir", conforme utilizado no Novo Testamento e na Septuaginta.



As abluções do Antigo Testamento (Hebreus 6:2 e 9:10) foram traduzidas por "batismos" no grego koiné, que é o usado no Novo Testamento. Através da discussão entre os discípulos de João e os discípulos de Jesus (João 3:25 e 26) vemos que as purificações "καθαρισμός" (batharismós) são usadas como sinônimos de baptismo.
Esta é a mesma palavra usada em Lucas 2:22, quando Maria vai apresentar Jesus. Referindo-se ou período de purificação próprio das mulheres que tinham filho, como está na lei mosaica.

Em Marcos 7:4, onde o termo não representa o baptismo cristão, o verbo é traduzido em diferentes versões da Bíblia por lavar, limpar, aspergir ou, literalmente, batizar.
Os textos em Marcos 10:38 e Lucas 24:49 enfatizam o baptismo como rito de passagem.
A transliteração, portanto, se justifica diante do universo semântico apresentado.



Segundo algumas denominações cristãs, entre as quais a Católica e a Reformada, o baptismo é visto como um sacramento e o fundamento da comunhão entre todos os cristãos. Como tal vai proporcionar ao baptizando a benção e a graça de Deus. Segundo a doutrina da Igreja Católica, o baptismo não só é um sacramento de inclusão na Igreja, no Corpo Místico de Cristo, como também é necessário para a salvação.



Segundo algumas denominações, o baptismo é entendido como ordenança, isto é, ele é uma ordem. Porém deve se ter o cuidado de que não é o rito em si o que salva, nem a quantidade de água.
O batismo deve externar a aliança com Cristo, representando uma realidade interior (I Pedro 3:21). No caso de batismo de bebês, de nada adianta batizar se não houver ensino. Jesus ordenou que seus discípulos batizassem e ensinassem a guardar os seus mandamentos



A água deve simbolizar a pureza e lavar.
Se por imersão, ainda assim deve haver o derramamento sobre o batizado, simbolizando o derramar e lavar do Espírito Santo e o ser revestido de Cristo, muda-se vida - morte para o mundo, vida em Jesus.
A borrifação se reporta ao Antigo Testamento, nos ritos de purificação, a qual era tipo da purificação pelo sangue de Jesus Cristo. Assim como acontece com o derramar da água, a maior dificuldade é de cunho cultural, visto que para um hebreu esta forma de purificação já era entendida.



Baptismo com Água - Assim foram purificados os [Levitas], através da aspersão de água. Em alguns momentos a água era misturada com algo do sacrifício, tal como cinza ou sangue. Em alguns casos eram lavados com água tanto de pessoas como de utensílios.
Baptismo com Sangue - Era a aspersão ou derramamento do sangue do sacrifício conforme instruídos na Lei de Moisés.
Baptismo com Óleo - Era usado na consagração do sacerdote, também chamado de unção sacerdotal. Havia a unção do rei.
Baptismo com o Espírito Santo - É mencionado como promessa nos profetas. No livro de Ezequiel, capítulo 36, versos 25 a 27, encontramos a profecia do novo nascimento e dos baptismos cristãos com água e com o Espírito Santo. O texto em Ezequiel é similar ao de Isaías 44.



Após a vinda de Jesus na terra e seu batismo, os modos de serem feitos mudaram um pouco.


Baptismo com Água - Neste caso há a preferência por água pura, não se misturando com sangue ou cinza. Jesus Cristo é o cordeiro do sacrifício pela expiação dos pecados. O Novo Testamento afirma que Noé e os seus foram batizados na Arca usada no dilúvio.
Baptismo com Sangue - Jesus (Evangelho Segundo Marcos 10:38-39), diante do pedido de Tiago e João, seus discípulos, filhos de Zebedeu, se reportou a sua morte futura como um baptismo, tendo Ele derramado o seu sangue e Mediado uma Nova Aliança entre Deus e os homens, sendo Ele mesmo o sacrifício pelo pecado. Isto é reforçado na instituição da Ceia do Senhor. Seus discípulos que haviam afirmado desejarem ser batizados com o mesmo baptismo, morrera dando suas vidas por amor a Jesus. Pode ser usado quando uma pessoa é morta por defender a Fé Cristã.
Baptismo com o Espírito Santo - Cumpre a promessa e unifica os conceitos associados ao baptismo com óleo. Pedro em sua primeira carta afirma que o povo de Deus é sacerdócio real, povo de propriedade exclusiva de Deus. O óleo é usado também no Novo Testamento como medicamento e sinal da presença de Deus.
Baptismo com Fogo - Jesus afirmou que batizaria com o Espírito Santo e com Fogo. O fogo, tal como no caso da cinza no Antigo Testamento, está associado à purificação, mas neste caso, conforme os textos dos Evangelhos de Mateus e Lucas, significa a destruição, onde a palha será queimada em fogo inextinguível.



Na Umbanda o batismo, também é muito difundido, a maioria sendo com água, mas alguns utilizam outros elementos, como por exemplo, ervas, águias de cheiro, bebidas ritualísticas entre outros. Alguns chamam de Amaci este ritual, e o fazem em lugares sublime como Cachoeiras, Rios e no Mar. O propósito deste ritual é purificar o médium e apresentá-lo agora como um instrumento de Deus, após este ritual a conduta do médium deve mudar pois agora ele realmente deixa de ser uma pessoa comum e sim é ordenado um Sacerdote, e assim deve ser tratado e ter conduta como tal.


Agora vamos ao Batismo de Jesus Cristo


Jesus quis ser batizado pelo seu precursor João Batista nas águas do rio Jordão. Ele se apresenta não somente como obediente ao Pai do Céu mas modelo para todos os que receberem a sua Palavra e se tornarem filhos de Deus pelo batismo.

Diz o evangelho de Marcos 1, 7-11: “João pregava, dizendo: Depois de mim virá alguém mais forte do que eu. Eu nem sou digno de me abaixar para desamarrar suas sandálias. Eu vos batizei com água, mas ele vos batizará com o Espírito Santo. Naqueles dias veio Jesus de Nazaré na Galiléia e foi batizado por João no rio Jordão.”


Com o seu imergir-se na água do Jordão, e com o seu sair da água, Jesus prefigurou a sua morte e a sua ressurreição. De fato, Jesus, o “sem pecado” por excelência, com esse rito penitencial de purificação, aceitou o tomar sobre si os nossos pecados, e nos precedeu no caminho da purificação e da renovação.



Nesta passagem jesus deu uma lição de humildade, pois João Batista ao vê-lo ajoelhou-se e disse que não poderia batizar o filho de Deus, mas assim mesmo jesus disse que para ele João Batista era o único que poderia fazê-lo. Assim João Batista batizou o Grande Messias.


Que Oxalá nos abençoe sempre




Saravá .'.




"Semirombá"
:: Publicadoo por: Lord Hermes 7:40 PM [+] ::
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VAIDADE E HUMILDADE
Olá irmãos

Que a paz de Oxalá esteja com todos

Hoje gostária de argumentar sobre a vaidade,este assunto que é tratado em muitos terreiros,e muito comentado por todos irmãos.Aprendemos com a nossa sagrada Umbanda,e com nossos guias que devemos ser humildes,pois é assim que se chega ao encontro de nosso mestre.Ai que vem a pergunta que me assolava,pai o que é a vaidade e a humildade?
Não preciso nem falar á voces que não há nada que pague uma conversa com preto-velho.Ele na sua humilde opnião me explicou o que seria humildade e vaidade.Aquele ser de luz disse-me que a vaidade,não é o médium por roupas brancas de boa qualidade,não á entidade usar artifícios para seu trabalho,como charutos,cachimbos,e bebidas,e que muito menos seria o caboclo usar um cocar em sua fronte,um pai-velho usar um chapéu de palha ou um gorro,a criança chupar chupeta,o baiano usar um chapéu de couro ou o boiadeiro usar seu laço,ou mais ainda o exu usar cartola e capa,que a vaidade está contida dentro do coração do méduim,como por exemplo as atitudes erradas e desordenadas,o desreipeito por seu irmãos,pois dipo por este preto-velho "Se a entidade filho quisar usar qualquer coisa,compre para ela ou faça,pois o que vem da entidade ela sabe o que faz,pois quem são voces encarnados para julgar quaisquer entidade que venha em terra".Então disse-me o preto-velho que a humildade também deve estar dentro de nosso coração não adianta a pessoa se dizer humilde por fora,se em seu coração está coberto de vaidade e soberbia,pois bem sabemos que no plano espiritual,não importará a roupa que usamos e sim a limpeza e os sentimentos que temos dentro de nós.Por fim desta conversa quando estava quase acabando,vem está entidade e diz:"Filho o ser humano não sabe usar dez porcento de sua capacidade mental,que está dento dele,mesmo assim vocês acham que sabem tudo do plano espiritual,sendo que isto não está ao alcance de qualquer um,pois está fora de vocês"Essa é a mensagem de hoje.

Que Oxalá nos ilumine sempre
:: Publicadoo por: Lord Hermes 7:37 PM [+] ::
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FUMO E BEBIDAS
A Umbanda é muito criticada pelo fato de suas entidades usarem o fumo e as bebidas nas sessões, os detratores aproveitando-se disto para taxarem as entidades de atrasadas ou primitivas.

O FUMO
O segredo e a utilização, desses elementos por parte de nossas entidades, o modo como a fumaça é dirigida (magia) tem o seu eró (segredo) e não é como muitos utilizam, para alimentar a vaidade, o vício e a ignorância.
O fumo é a erva mais tradicional da terapêutica psico-espiritual praticada em nossa religião.
Originário do mundo novo, os nativos fumavam o tabaco picado e enrolado em suas próprias folhas, ou na de outras plantas, conhecendo o processo de curar e fermentar o fumo, melhorando o gosto e o aroma.
Durante o período físico em que o fumo germina, cresce e se desenvolve, arregimenta as mais variadas energias do solo e do meio ambiente, absorvendo calor, magnetismo, raios infravermelhos e ultravioletas do sol, polarização eletrizante da lua, éter físico, sais minerais, oxigênio, hidrogênio, luminosidade, aroma, fluidos etéreos, cor, vitaminas, nitrogênio, fósforo, potássio e o húmus da terra.
Assim, o fumo condensa forte carga etérea e astral que, ao ser liberada pela queima, emana energias que atuam positivamente no mundo oculto, podendo desintegrar fluídos adversos à contextura perispiritual dos encarnados e desencarnados.
O charuto e o cachimbo, ou ainda o cigarro, utilizados pelas entidades filiadas ao trabalho de Oxalá são tão somente defumadores individuais.
Lançando a fumaça sobre a aura, os plexos ou feridas, vão os espíritos utilizando sua magia em benefício daqueles que os procuram com fé.
Os solos com textura mais fina, com elevado teor de argila, produzem fumos mais fortes, como os destinados a charutos ou fumos de corda, enquanto os solos mais arenosos produzem fumos leves, para a fabricação de cigarros.
No fabrico dos charutos, as folhas, após o processo de secagem, são reunidas em manocas de 15 a 20 folhas e submetidas a fermentação, destinada a diminuir a percentagem de nicotina, aumentar a combustividade do fumo e uniformizar a sua coloração.
Os tipos de fumo mais utilizados na confecção dos charutos brasileiros são: Brasil-Bahia, Virgínia, Sumatra e Havana.
Nos trabalhos umbandistas a cigarrilha de odor especial é muito utilizada pelas Pombogiras e Caboclas.
Os cigarros são utilizados para fins mais materiais, normalmente relacionados com negócios financeiros.
Os charutos de fumo grosseiro e forte são peculiares à magia dos Exus, enquanto os charutos de fumo de melhor qualidade são usados por Caboclos.
Já os Pretos-Velhos dão preferência aos cachimbos, nos quais usam diversos tipos de mistura de ervas, como o alecrim, a alfazema e outros, além de utilizarem cigarros de palha, impregnando assim os elementos com a sua própria força espiritual, transformando o tradicional “pito” em um eficiente desagregador de energias negativas.
Desta maneira, como o defumador, o charuto ou o cachimbo são instrumentos fundamentais na ação mágica dos trabalhos umbandistas executados pelas entidades. A queima do tabaco não traz nenhum vício tabagista, como dizem alguns, representando apenas um meio de descarrego, um bálsamo vitalizador e ativador dos chakras dos consulentes.
Vemos assim que, como ensinou um Pai Velho, “na fumaça está o segredo dos trabalhos da Umbanda”.
Geralmente os Guias não tragam a fumaça, utilizando-a apenas para “defumar” o ambiente e as pessoas através das baforadas, apenas enchem a boca com a fumaça e a expelem sobre o consulente ou para o ar.
A função principal é a de defumar aqueles que chegam até a entidade. Algumas entidades deixam de lado o fumo se a casa for defumada e mantiver sempre aceso algum defumador durante os trabalhos.

BEBIDAS
O álcool, tem emprego sério na Umbanda.
Quando tomado aos goles, em pequenas quantidades, proporciona uma excitação cerebral ao médium, liberando-lhe grande quantidade de substâncias ativadoras cerebrais, acumulada como reserva nos plexos nervosos (entrelaçamento de muitas ramificações de nervos), a qual é aproveitada pelos guias, para poderem trabalhar no plano material.
Deste modo, quando o médium ingere pequena quantidade da bebida, suas idéias e pensamentos, brotam com mais e maior intensidade.
É também uma forma em que a entidade se aproveita este momento para ter maior “liberdade de ação”.
Os exus são os que mais fazem uso da bebida.
Isto se ao fato de, estas linhas utilizarem muito de energias etéricas, extraidas de matéria (alimentos, álcool, etc.), para manipulação de suas magias, para servirem como “combustível” ou “alimento”, encontrando então, uma grande fonte desta energia na bebida.
Estas linhas estão mais próximas às vibrações da Terra (faixas vibratórias), onde ainda necessitam destas energias, retiradas da matéria, para poderem realizar seus trabalhos e magias!
O marafo também é usado para limpar/descarregar pontos de pemba ou pólvora usados em descarregos.
O álcool por sua volatibilidade tem ligação com o ar e pode ser usado para retirar energias negativas do médium.
Já o alcool consumido pelo médium também é dissipado no trabalho, ficando em quantidade reduzida no organismo.
O perigo nestes casos é o animismo, ou seja, o Médium consumir a bebida em grandes quantidades por conta própria e não na quantidade que o Guia acha apropriada.
Nestes casos, pode ser que o Guia vá embora e deixe o médium sob os efeitos da bebida que consumiu sem necessidade.

MENORES DE IDADE
Se o médium for menor de idade, não se deve permitir que o guia use o fumo e a bebida quando incorporado.
Trata-se de respeitar as leis vigentes e evitar que o nome da Umbanda seja associado a possíveis processos judiciais.
O mais indicado seria inclusive ter uma autorização dos responsáveis pelo menor para que ele possa participar dos trabalhos, especificando inclusive (se possível) os horários de início e término das mesmas.

O FUMO E A BEBIDA SÃO INDISPENSÁVEIS?
Podemos sim não utilizar fumo e bebidas.
Estes elementos são ferramentas dos Guias para os trabalhos, que podem não ser utilizadas.
Haverá uma diminuição da eficiência e rapidez do trabalho, mas ele será realizado também, mais devagar e de forma mais trabalhosa.
Será como utilizar apenas as mãos para um determinado trabalho, possível, mas mais trabalhoso.
É uma opção do médium, caso o médium não possa ou não queira fumar e beber, o Guia irá respeitar sua decisão.
Pode neste caso solicitar apenas que sejam feitas oferendas com estes elementos, ou que um copo com sua bebida seja deixado próximo a ele quando esiver trabalhando incorporado
:: Publicadoo por: Lord Hermes 7:34 PM [+] ::
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10 7:26 PM | SIDNEI DIAS]
Ó-BÓRÍ
Ó-BÓRÍ - ( Ó= Ele; Bó = alimentar, ato de alimentar; Orí = cabeça).

Como “Fundamento”, é também chamada “dar de comer a cabeça”.

Com a finalidades: fortificar o Olorí da pessoa, ou na iniciação dedicada ao Òrìsà pessoal, “dono da cabeça”.
Também para suportar repetidas possessões, ou por estar elas enfraquecido (profilaxia e terapêutica), penitência pela quebra de algum preceito (Quizila), dar resistência contra influências negativas, ou de refazer, quando ter sido mal feita, ou ter dado à um Òrìsà indevidamente.
Com certeza, é um dos “fundamentos” mais importantes se não for o mais importante episódio da iniciação.
Como dizia, o saudoso José Pedro Barbosa de Lima (Pai Pedro de Yemonjá), se você errar no Bórí, você erra em todo o “Fundamento da Obrigação”, até mesmo assentando ocutás bonitos e perfeitos e com todos seus utensílios;
afirmo-lhe, que não irão responder é tempo perdido.
Na realidade, é no Bórí que um Bàbálòrìsà ou Yálòrìsà têm que mostrar o seu conhecimento (fundamento) e seguro do que está fazendo, porque, é no Bórí que está o grande segredo (eró), é nele que se faz o destino do “Filho de Òrìsà”.
Por exemplo:
Para se ter êxito: na vida particular e religiosa e dar continuidade na religião; até como sendo o sucessor do Ilé.
Para muitos, também se dá o inicio no Bórí.
A feitura do “àse (axé) búzios”.
É no Bórí, que está a força de seu Olorí (Òrìsà);
O Bórí é tão importante que, quando você morre, é o que lhe acompanha, ou seja o defunto;
o resto da Obrigação retorna à origem à natureza.
Algo de muito importante, é na feitura do Bórí, que se coloca os desejos pessoais sobre o iniciado (a).
É no Bórí que se realiza o fetiche da troca de sexo, etc...
Resumindo, o Bórí é a arma do “Feitor”, lógico!
Se o mesmo conhecer os “fundamentos” do Bórí!
É verdade!
Por isso, que têm muitos “Feitores”que entregam toda a Obrigação, menos o Bórí ao Filho (a) de Òrìsà.
Caso você tenha dúvidas, pergunte ao seu Feitor?
Não desejo ser o protomátir, mas é a pura realidade.
Pergunto?
Porque!
O Bórí, significa obrigação à cabeça e, é por ele, que o iniciante ou iniciado oferece suas oferendas aos Òrìsàs;
se o mesmo fica com seu Feitor, é certo que você sempre irá depender de suas mãos e nunca terá sua independência;
isto no caso de você levar a obrigação para sua residência e, também se deixar o Bórí junto ao seu Feitor.
Existe algo também semelhante, como por exemplo:
O Àse (Axé) de Òbe (faca), se a mesma foi feita somente para cortar aos seus Òrìsàs ou para os outros também !?

Existem vários tipos de Ó-Bórí:

Oribibó ou Bórí de Oxalá - É a Obrigação, para quem deseja entrar no Afro-Brasileira, ou seja, na “Lei de Òòsààlá (Oxalá)”;
fazendo sua primeira oferenda através da cabeça à Oxalá.
Em primeiro lugar, obtendo ou recebendo, tranqüilidade, saúde, paz, mesmo que algum mal o aflija a vida do iniciante.
Devo elucidar, que essa Obrigação, está, por muitos, obsoleta, ou seja, principalmente aos vendedores de “axés”, porque, para eles, o que importa é o dinheiro do iniciante e não a Obrigação bem realizada.
Digo e afirmo:
Ela é de grande fundamento, para uma iniciação.
É nada mais do que solicitar a permissão à Oxalá.
Caso, não tenha realizado, a Obrigação está aleijada, irá refletir no futuro, quando irá receber os Àses finais de um Obrigação, a liberdade para exercer a função de um Feitor (a).
Porque, Oxalá é o Pai, Ele é o início e o fim de qualquer Obrigação!
Pergunte, investigue com os antigos na Religião, o Fundamento desta Obrigação!
Na verdade, ela é tão simples, mas é a base de tudo!
Pobre daquele que não realizou!
Porque, muitos estão travados na Religião e nos búzios não enxergam nada!?Análise isso!

Ó-Bórí de Feitura com 4 pés, completo - Está Obrigação, já está consignado na explicação sobre a Feitura do Olorí (Òrìsà) e Èléèdá e as passagens (nas quartinhas) com o Óbara e o Oxalá, em seu início e encerramento.
Tornando-se o iniciado um Bàbáborìsà, o mesmo, só não tem o direito de cortar aos Òrìsàs e de colocar búzios à consulantes.
Tendo, todo o direito, participar de qualquer, Obrigações dentro do Culto Religioso.

Ó-Bórí de refresco ou de alívio - É o que se destina à suavizar a situação do paciente, melhorando-lhe também a saúde.

Obs.: Obrigação, somente realizada com “Ìgbin”( boi-de-Oxalá).

Ó-Bórí de alimentação à cabeça - É o de dar comida ao Òrìsà de um Filho ou para determinadas situações de si próprio, também chama-se essa Obrigação de Borido.

Ó-Bórí frio ( ossés= comidas secas) - Esta Obrigação, é uma minoria que ainda, alguém, o faz (porque, não é lucrativa), se realiza em casos de urgência, necessidade e muitos fazem periodicamente como Obrigação ao seu Òrìsà, pedindo proteção contra demandas e até para prosperidade.
Neste Bórí, existe um segredo (eró), a pessoa aprende a se comunicar com o seu Òrìsà e de comer junto , é muito importante isso, em casos de demandas.
Observação: Se você não movimentar com o seu Òrìsà, não irá criar um elo entre você e Ele.
Você realizando está Obrigação, com certeza, vai ver o resultado, caso contrário, assim como você está para Ele;
Ele estará para você, de braços cruzados.
Por isso, é normal as pessoas colocarem , muitas vezes, defeitos em uma Obrigação, na maior parte das vezes é falta de orientação ou falta de interesse, dedicação do Filho, ou até mesmo, da pessoa que possui a Obrigação Assentada e feita.

Postado por REISELIAS às 10:57 0 comentários
OLORI ÈLÉÈDÁ



É na verdade um dos assuntos mais sérios.
Têm pessoas que estão há anos, no Afro-Brasileira, e não consegue entender e fazem uma confusão total no assunto;
vamos tentar esclarecer um dos segredos (Erós) dos antigos Bàbáláwos, hoje aos cuidados de alguns Bàbálòrìsàs ou Yálòrìsàs, conhecedores deste “Fundamento”.
OLORI = (Oló= dono; ori=cabeça).
Trata-se, do Òrìsà pessoal, “dono da cabeça” e também por inteiro ou seja, da cabeça até aos pés de uma pessoa, do seu “eu” psíquico.
Vamos dizer, assim:
“Entidade” incumbida da reencarnação do individuo.
Sua ação começa no momento em que os espíritos do “casal” são chamados ao astral superior para dizerem se aceitam como filho, o reencarnante.
Nota-se aí o respeito do livre arbítrio de todos nós.
Decidida a reencarnação, o Olorí começa a agir e com os seus poderes providência a compressão “perispiritual do espírito reencarnante”, se molde a torna-lo comportável no embrião e de sorte a que vá, com o decurso do tempo, perdendo contratividade gradativa, nas mesmas proporções em que o reencarnante passa do embrião a feto e desde à criança até os sete anos, quando o reencarnante passa a responsável pelos seus atos, plenamente, e toma o desenvolvimento natural do corpo físico. Quando ficará assentada e permitida por Oxalá ( Òòsààlá) a vinda do espírito por via da reencarnação, o Olorí vai ao departamento dos arquitetos espirituais onde já se encontram ordens para modelagem do corpo físico na conformidade das árduas provas, porque têm que passar o reencarnante, cosoante a vontade deste.
Daí os aleijões e até as monstruosidades.
Quando não há pedidos de provas por passar, feita espírito à reencarnar-se, o corpo é moldado normalmente, e não é ouvido o reencarnante no caso das restrições, porque há que passar e que traduz instruções corretivas, imposta pelo “Pai Celestial”.
Exemplo:
O homem que abusou em reencarnação anterior da força física que possuía;
que fez mal uso da inteligência;
que prejudicou-se a si e aos outros, com a beleza corporal;
vêm, sem que saiba, privado desses requintes e por conseqüência pagará o tributo necessário e devido.
No dia do nascimento da pessoa já existe um outro espírito;
um outro Òrìsà, que como adjunto a do Olorí passa a cuidar também do recém-chegado o “Èléèdá”, a esse adjunto que terá sua formação até os “sete anos de idade da criança”, depois disso, irá acompanhar de perto e proporcionando ao desenvolvimento e ao grau de esclarecimento que vai adquirindo a pessoa.
O ÈLÉÈDÁ = ( Èlé= dono, possuidor; èdá = qualquer criatura viva).
Divindade que vela (ilumina) pela pessoa, seu protetor e guia espiritual, “dono da vida”.
Para muitos é sincretizado com o “anjo-de-guarda cristão” e assimilado ao Olorí e ao Elemi.
O Èléèdá, o adjunto que tomou o nome de junto, ou seja, Òrìsà auxiliar nos Cultos da base Africana será sempre o protetor direto, imediato de uma pessoa nos “búzios” é o que sempre salta na frente, causando grandes confusões entre o “olorí e o Èléèdá”, posto que o principal é o “Olorí”, dono da cabeça e por inteiro de uma pessoa.
Neste caso, para definir, consulta-se os “búzios”, são de expressa, competência de Oxalá (Òòsààlá) à determinação do Olorí e o Èléèdá de uma pessoa, por via das solicitações, através dos “búzios”, oferendas e súplicas para se firmar o Olorí e o Èléèdá de uma pessoa.
O grande, Alquimista – Paracelso – Diz:
Os Espíritos não são gerados pela “Razão”, mas pela vontade.
Todos os que vivem de acordo com a sua vontade vivem no ‘Espírito”, assim como todos os que vivem de acordo com “Razão” o fazem contra o “Espírito”.
“Da Razão nasce a “Alma” e não o “Espírito”, que é uma obra exclusiva da vontade, ou melhor, do querer”.
Então podemos definir melhor, como é o Olori e o Èléèdá:
Olori ( Alma) = Sempre vai agir pela “Razão”.
Èléèdá ( Espírito) = Sempre vai agir pela “Vontade, Desejo e do Querer”.
Outro exemplo:
Para que saiba o Olori de uma pessoa, deve-se considerar o dia do nascimento e aí tem-se o Èléèdá.
Acontece que o homem não recebe Òrìsà para guardar, quando nasce, mas o têm, desde o ato da concepção, e tanto é verdade que existe uma vida intrauterina, nos nove meses que acontece ao nascimento;
assim temos que recuar nove meses para encontrar o Olori, que é o dono da cabeça da pessoa Aplicando-se o calendário anual, contam-se nove meses para trás, ao contrário do movimento da Terra, sem contar o signo ou mês de nascimento da pessoa;
ou então, contam-se três meses para frente, sem contar o signo ou mês de nascimento da pessoa, no mesmo sentido do movimento da Terra.
Quando a pessoa for de sete meses, para achar-se o Olori, recua-se sete meses sem contar o signo ou mês de nascimento da pessoa ou avança-se cinco meses, também sem contar o signo da pessoa.
A segunda operação é de competência do Bàbálòrìsà ou Yálòrìsà, que se valhe das várias características da pessoa, para destacar entre três ou quatro Òrìsàs, aplicando, ou seja, colocando os “búzios”, e consultando à Oxalá e Òrìsàs.
Para finalizar, quero lembrar que todo o ser humano, só têm uma cabeça e um coração, uma alma e um espírito.
Só há duas lâmpadas no ser humano:
“cérebro”e o “coração’.
O “cérebro” ilumina na vertical, desprendendo-nos das coisas terrenas;
outro mecanismo acontece quando, como conseqüência de nossos pensamentos e meditações.
O “coração” garante a iluminação do caminho, ilumina na horizontal assegurando não andarmos no escuro, depois da morte.
Postado por REISELIAS às 10:32 0 comentários
IMPORTÂNCIA – MEDIUNIDADE NOS CULTOS AFRO-BRASILEIRA


A utilidade, dentro dos “Cultos Afro-Brasileira”.
A mediunidade de uma pessoa se manifesta de várias formas, cabendo aos Feitores, consultando aos “Búzios” e identifica-la.
Ao ser observada e identificada a mediunidade o encarregado da feitura do Òrìsà do médium deverá obedecer à uma série enorme de regras, preceitos e rituais próprios ao Òrìsà à ser feito, e isso não se faz de um dia para outro, às vezes, leva um bom tempo para o iniciado conhecer, irá depender, do mesmo, muito interesse e tempo de ambas as partes, de modo a poder obter um bom resultado da “Obrigação de Cabeça” que vai firmar.
São preceitos indispensáveis e sérios e o “Feitor” deverá conhece-los profundamente e com muita segurança para não vir a prejudicar o futuro daquele que nele confiou e entregou sua cabeça.
Hoje, lamentavelmente, muitos “Feitores”, descobriram que só colocando a ponta de faca sobre a cabeça do iniciado, exclui o mesmo, de qualquer obrigação, porque?
Ponta de faca não é mão!
Toma o dinheiro do iniciado, sem sofrer qualquer prejuízo juntos aos seus Òrìsàs.
Na verdade, quem toma o prejuízo sempre será o iniciado, tanto em sua vida religiosa, bem como, na vida particular.
Destas feituras nasceram os religiosos cosmopolitas ( pulam de casa em casa de Região).
No meu conceito: “Esses Feitores, são os verdadeiros gigôlos da Religião Afro-Brasleira”.
Se você faz, iniciados, só com a ponta de faca (obé), então, meu amigo Feitor, não faça mais, use suas mãos e faça com respeito, aquém confiou lhe a cabeça e, principalmente, em seus órìsàs.
Só para ilustrar, há 25 anos atrás, não era comum se ver, pessoas trocando de Casas de Religião e de Feitores como hoje, Porque?
Digo: Antigamente havia respeito mutuo.
Hoje, o que existe é comércio.
E, Feitores demonstrando um grande despreparo para tal função.
E visando somente o lado lucrativo e se obstando ao ensinamento religioso, às vezes por não saber e outros por empanar seus conhecimentos.
Com certeza ninguém pense que pode se tornar um Bàbálòrìsà ou Yálòrìsà de um dia para outro, sem antes ter passados pelos preceitos obrigatórios, indispensáveis.
Mas, não é o que se vê normalmente, nos dias de hoje!
Na época em que estamos, surgiu uma nova maneira de proceder, ou seja, Feitores fazerem de seus discípulos, “clientes cadastrados”; e evitando o ensinamento do “Fundamento e dos Rituais”, para que, os mesmos, sempre fiquem na dependência.
É obrigação do “Feitor”, os ensinamentos da doutrina religiosa (Fundamento e Rituais).
São essas regras, originárias da África Negra, para aqui trazidas pelos antigos escravos africanos e, até hoje conservadas e praticadas por alguns “Feitores”e ignorados por outros.
Postado por REISELIAS às 09:40 0 comentários
ESTUDO DA FEITURA DE CABEÇA


Para falar sobre esse assunto, levei muitos anos pesquisando e observando o que Bàbálòrìsàs e Yálòrìsàs falavam sobre o assunto, além disto, consultei várias pessoas espíritas, para obter um conhecimento e procurar passar esse conceito aos senhores, trata-se de um assunto muito sério.
Em primeiro lugar vamos ver o que é “Extra-Sensorais”:
A mediunidade de uma pessoa é uma segunda “Supra-Vida”, que acompanha o espírito em todas as encarnações terrenas;
ela suscita, isto é, faz nascer, lembrar e promover, se junta com o espírito no plano infinito, porque ela é júbilo;
é criação na Eternidade...
A alma humana atravessa como “individualidade”, períodos alternativos de existência física e espirituais, antes de ser encarnada...
Ë a “Supra-Vida”, que determina a vocação ao grau de mediunidade, ao gênero de “Personalidade”, que a nossa “Individualidade”, venha assumir em missão a Terra...
A mediunidade sempre preexistiu, é nato ao ser humano, não é privilégio de classe social e de nenhuma Religião ela apresenta-se até em indivíduos não afeitos ao misticismo;
surge em diversos níveis sociais, de uma Comunidade, Estado ou País.
Todo movimento vibratório obedece uma causa (magia), têm as representações em símbolos, regências das “Divindades”:
Òrìsàs, Voduns, e em todos os Cultos Afro-Brasileira e dentro da Umbanda...
Obstantemente, alguém pergunta a si próprio ou à outrem:
Nesses rituais com diversos raios de hierarquia, canais de vibrações, o homem chega ao “Supremo Arquiteto do Universo”?
Bom, com todas as pesquisas que realizei e conhecimentos que adquiri dentro dos “Cultos Afro-Brasileira”, respondo com toda convicção, todas as “Religiões Cabalísticas” elevam o ser humano, ele se glorifica, se divinifica e pode chegar ao seu “Deus”-Olórún.
Para comprovar existe os “sete graus mediúnicos”:
todos os Bàbálòrìsàs e Yálòrìsàs têm que ter ao menos a sensibilidade de ver, estudar, analisar no ser humano e saber distinguir um do outro; como exemplo:
1º) GRAU MEDIÚNICO – “PSICOMÂNTICO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, mentalmente mediúnicas; possui o dom para adivinhar, é sensitivo, recebe intuições de seus Òrìsàs, Voduns e Guias.
2º) GRAU MEDIÚNICO – “SEMI-INCONSCIENTE”
Sob esta faixa de ondas vibratórias e magnéticas, mentalmente mediúnicas, raramente elas são manifestadas...
Quando surge, dá-se sempre aos 12 até os 19 anos de idade, o médium porta-se, de maneira independente do esforço de sua vontade, ora desacordado ora semi-desacordado.
3º) GRAU MEDIÚNICO – “PSICOGRÁFICO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, mentalmente mediúnicas, possui uma das melhores faculdades.
Quando surge, o médium, às vezes, sem saber, entra em comunicação psicográfica com os espíritos elevados.
4º) GRAU MEDIÚNICO – “TELEPÁTICO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, mentalmente mediúnicas, têm o poder de retratar a imagens de pessoas vivas ou mortas, de lugares ou objetos em sua mente telepática.
O médium telepático não faz o uso de sua vista, portanto, de suas energias mentais.
É um dos melhores dons mediúnicos.
5º) GRAU MEDIÚNICO – “AUDITIVO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, é relativo ao ouvido, o médium ouve vozes mas não vê ninguém, às vezes, procura guardar esse segredo íntimo, porque receia, que as pessoas não saberão entende-lo, daí podem julga-lo como um louco.
6º) GRAU MEDIÚNICO – “PSIQUEUTERPIA”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, a pessoa possui uma ótima audição, percebe o odor, que as demais pessoas não perceberiam, têm grandes faculdade para tocar instrumentos musicais (tambores, etc...),
pertencem aos gênios da música, facilidade de falar em público e convicção de si próprio.
7º) GRAU MEDIÚNICO – “VIDENTE”
Este grau, reúne três faixas de ondas vibratórias, o médium sob elas é por demais sensível, quando ambas faixas se manifestam, ele têm visões de cenas futuras;
quero deixar claro, que não é quando o médium deseja obter e sim quando se apresenta espontâneo.
Observação:
Uma das características do médium “vidente”, que carregam “ectoplasma” nas “lágrimas de seus olhos”.
Os impulsos vibrantes e magnéticos dessas ondas mediúnicas dão sentidos estéticos e filosóficos;
aqui raramente surgem as criaturas daltônicas.
Este grau mediúnico é apropriado à pessoas para ciências Universal;
nele encontramos “Poetas; Místicos; Bàbálòrìsàs; Yálòrìsàs; Profetas”. Os descobridores dos segredos físicos existentes na “Natureza”;
com certeza, há uma raridade dessa manifestação mediúnica, sim, existem muitos impostores, porque:
Esse e os demais graus de mediunidade, não é quando queremos obter e sim, quando surge espontâneo, mas com tudo na vida, sempre existe um vigário, têm muita gente, fazendo uso, principalmente, como meio lucrativos de vida.
Postado por REISELIAS às 09:12 2 comentários
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[8.10.10 7:26 PM | SIDNEI DIAS]
RAINHA DAS 7 ENCRUZILHADAS


Foi uma Rainha no seu tempo na terra.


Diz a história ter sido ela uma linda cortesã que amarrou o coração de um Rei Francês que a tornou Rainha. Passou-se alguns anos e o Rei veio a falecer.
A rainha passou a tomar conta sozinha do seu reino o que deixou alguns membros da corte indignados porque ela não teve filhos para deixar o trono como herança e tampouco parentes sangue azul para substituí-la após a sua morte.
Devido a tenacidade da rainha o seu trono começou a ser cobiçado por outros reinos o que trouxe muita preocupação para a política da corte, então o conselheiro real convenceu a Rainha a casar-se novamente com um homem cujo o reino fosse ainda maior que o seu para juntos vencerem as batalhas e trazer ao reinado a paz e a tranqüilidade que já não tinham mais.
Um dia surgiu no castelo um homem que se dizia seduzido pela beleza da rainha e dono de um reinado incalculável no oriente e a pediu em casamento, a rainha preocupada com destino da sua corte e pela proteção de seu trono, aceitou a oferta de imediato e logo em seguida casaram-se.
Não demorou muito a querida rainha foi envenenada pelo seu atual marido que logo após se titulou o Rei e começou a governar a corte da pior maneira possível.
A saudosa rainha após o seu desencarne chegou ao mundo astral muito perdida e logo começou a habitar o limbo devido a faltas graves que na terra havia cometido.
Depois de algum tempo na trincheira das trevas do astral a Rainha foi encontrada pelo seu antigo Rei que no astral era conhecido como Senhor das encruzilhadas, este senhor passou a cuida-
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Ó-BÓRÍ
Ó-BÓRÍ - ( Ó= Ele; Bó = alimentar, ato de alimentar; Orí = cabeça).

Como “Fundamento”, é também chamada “dar de comer a cabeça”.

Com a finalidades: fortificar o Olorí da pessoa, ou na iniciação dedicada ao Òrìsà pessoal, “dono da cabeça”.
Também para suportar repetidas possessões, ou por estar elas enfraquecido (profilaxia e terapêutica), penitência pela quebra de algum preceito (Quizila), dar resistência contra influências negativas, ou de refazer, quando ter sido mal feita, ou ter dado à um Òrìsà indevidamente.
Com certeza, é um dos “fundamentos” mais importantes se não for o mais importante episódio da iniciação.
Como dizia, o saudoso José Pedro Barbosa de Lima (Pai Pedro de Yemonjá), se você errar no Bórí, você erra em todo o “Fundamento da Obrigação”, até mesmo assentando ocutás bonitos e perfeitos e com todos seus utensílios;
afirmo-lhe, que não irão responder é tempo perdido.
Na realidade, é no Bórí que um Bàbálòrìsà ou Yálòrìsà têm que mostrar o seu conhecimento (fundamento) e seguro do que está fazendo, porque, é no Bórí que está o grande segredo (eró), é nele que se faz o destino do “Filho de Òrìsà”.
Por exemplo:
Para se ter êxito: na vida particular e religiosa e dar continuidade na religião; até como sendo o sucessor do Ilé.
Para muitos, também se dá o inicio no Bórí.
A feitura do “àse (axé) búzios”.
É no Bórí, que está a força de seu Olorí (Òrìsà);
O Bórí é tão importante que, quando você morre, é o que lhe acompanha, ou seja o defunto;
o resto da Obrigação retorna à origem à natureza.
Algo de muito importante, é na feitura do Bórí, que se coloca os desejos pessoais sobre o iniciado (a).
É no Bórí que se realiza o fetiche da troca de sexo, etc...
Resumindo, o Bórí é a arma do “Feitor”, lógico!
Se o mesmo conhecer os “fundamentos” do Bórí!
É verdade!
Por isso, que têm muitos “Feitores”que entregam toda a Obrigação, menos o Bórí ao Filho (a) de Òrìsà.
Caso você tenha dúvidas, pergunte ao seu Feitor?
Não desejo ser o protomátir, mas é a pura realidade.
Pergunto?
Porque!
O Bórí, significa obrigação à cabeça e, é por ele, que o iniciante ou iniciado oferece suas oferendas aos Òrìsàs;
se o mesmo fica com seu Feitor, é certo que você sempre irá depender de suas mãos e nunca terá sua independência;
isto no caso de você levar a obrigação para sua residência e, também se deixar o Bórí junto ao seu Feitor.
Existe algo também semelhante, como por exemplo:
O Àse (Axé) de Òbe (faca), se a mesma foi feita somente para cortar aos seus Òrìsàs ou para os outros também !?

Existem vários tipos de Ó-Bórí:

Oribibó ou Bórí de Oxalá - É a Obrigação, para quem deseja entrar no Afro-Brasileira, ou seja, na “Lei de Òòsààlá (Oxalá)”;
fazendo sua primeira oferenda através da cabeça à Oxalá.
Em primeiro lugar, obtendo ou recebendo, tranqüilidade, saúde, paz, mesmo que algum mal o aflija a vida do iniciante.
Devo elucidar, que essa Obrigação, está, por muitos, obsoleta, ou seja, principalmente aos vendedores de “axés”, porque, para eles, o que importa é o dinheiro do iniciante e não a Obrigação bem realizada.
Digo e afirmo:
Ela é de grande fundamento, para uma iniciação.
É nada mais do que solicitar a permissão à Oxalá.
Caso, não tenha realizado, a Obrigação está aleijada, irá refletir no futuro, quando irá receber os Àses finais de um Obrigação, a liberdade para exercer a função de um Feitor (a).
Porque, Oxalá é o Pai, Ele é o início e o fim de qualquer Obrigação!
Pergunte, investigue com os antigos na Religião, o Fundamento desta Obrigação!
Na verdade, ela é tão simples, mas é a base de tudo!
Pobre daquele que não realizou!
Porque, muitos estão travados na Religião e nos búzios não enxergam nada!?Análise isso!

Ó-Bórí de Feitura com 4 pés, completo - Está Obrigação, já está consignado na explicação sobre a Feitura do Olorí (Òrìsà) e Èléèdá e as passagens (nas quartinhas) com o Óbara e o Oxalá, em seu início e encerramento.
Tornando-se o iniciado um Bàbáborìsà, o mesmo, só não tem o direito de cortar aos Òrìsàs e de colocar búzios à consulantes.
Tendo, todo o direito, participar de qualquer, Obrigações dentro do Culto Religioso.

Ó-Bórí de refresco ou de alívio - É o que se destina à suavizar a situação do paciente, melhorando-lhe também a saúde.

Obs.: Obrigação, somente realizada com “Ìgbin”( boi-de-Oxalá).

Ó-Bórí de alimentação à cabeça - É o de dar comida ao Òrìsà de um Filho ou para determinadas situações de si próprio, também chama-se essa Obrigação de Borido.

Ó-Bórí frio ( ossés= comidas secas) - Esta Obrigação, é uma minoria que ainda, alguém, o faz (porque, não é lucrativa), se realiza em casos de urgência, necessidade e muitos fazem periodicamente como Obrigação ao seu Òrìsà, pedindo proteção contra demandas e até para prosperidade.
Neste Bórí, existe um segredo (eró), a pessoa aprende a se comunicar com o seu Òrìsà e de comer junto , é muito importante isso, em casos de demandas.
Observação: Se você não movimentar com o seu Òrìsà, não irá criar um elo entre você e Ele.
Você realizando está Obrigação, com certeza, vai ver o resultado, caso contrário, assim como você está para Ele;
Ele estará para você, de braços cruzados.
Por isso, é normal as pessoas colocarem , muitas vezes, defeitos em uma Obrigação, na maior parte das vezes é falta de orientação ou falta de interesse, dedicação do Filho, ou até mesmo, da pessoa que possui a Obrigação Assentada e feita.

Postado por REISELIAS às 10:57 0 comentários
OLORI ÈLÉÈDÁ



É na verdade um dos assuntos mais sérios.
Têm pessoas que estão há anos, no Afro-Brasileira, e não consegue entender e fazem uma confusão total no assunto;
vamos tentar esclarecer um dos segredos (Erós) dos antigos Bàbáláwos, hoje aos cuidados de alguns Bàbálòrìsàs ou Yálòrìsàs, conhecedores deste “Fundamento”.
OLORI = (Oló= dono; ori=cabeça).
Trata-se, do Òrìsà pessoal, “dono da cabeça” e também por inteiro ou seja, da cabeça até aos pés de uma pessoa, do seu “eu” psíquico.
Vamos dizer, assim:
“Entidade” incumbida da reencarnação do individuo.
Sua ação começa no momento em que os espíritos do “casal” são chamados ao astral superior para dizerem se aceitam como filho, o reencarnante.
Nota-se aí o respeito do livre arbítrio de todos nós.
Decidida a reencarnação, o Olorí começa a agir e com os seus poderes providência a compressão “perispiritual do espírito reencarnante”, se molde a torna-lo comportável no embrião e de sorte a que vá, com o decurso do tempo, perdendo contratividade gradativa, nas mesmas proporções em que o reencarnante passa do embrião a feto e desde à criança até os sete anos, quando o reencarnante passa a responsável pelos seus atos, plenamente, e toma o desenvolvimento natural do corpo físico. Quando ficará assentada e permitida por Oxalá ( Òòsààlá) a vinda do espírito por via da reencarnação, o Olorí vai ao departamento dos arquitetos espirituais onde já se encontram ordens para modelagem do corpo físico na conformidade das árduas provas, porque têm que passar o reencarnante, cosoante a vontade deste.
Daí os aleijões e até as monstruosidades.
Quando não há pedidos de provas por passar, feita espírito à reencarnar-se, o corpo é moldado normalmente, e não é ouvido o reencarnante no caso das restrições, porque há que passar e que traduz instruções corretivas, imposta pelo “Pai Celestial”.
Exemplo:
O homem que abusou em reencarnação anterior da força física que possuía;
que fez mal uso da inteligência;
que prejudicou-se a si e aos outros, com a beleza corporal;
vêm, sem que saiba, privado desses requintes e por conseqüência pagará o tributo necessário e devido.
No dia do nascimento da pessoa já existe um outro espírito;
um outro Òrìsà, que como adjunto a do Olorí passa a cuidar também do recém-chegado o “Èléèdá”, a esse adjunto que terá sua formação até os “sete anos de idade da criança”, depois disso, irá acompanhar de perto e proporcionando ao desenvolvimento e ao grau de esclarecimento que vai adquirindo a pessoa.
O ÈLÉÈDÁ = ( Èlé= dono, possuidor; èdá = qualquer criatura viva).
Divindade que vela (ilumina) pela pessoa, seu protetor e guia espiritual, “dono da vida”.
Para muitos é sincretizado com o “anjo-de-guarda cristão” e assimilado ao Olorí e ao Elemi.
O Èléèdá, o adjunto que tomou o nome de junto, ou seja, Òrìsà auxiliar nos Cultos da base Africana será sempre o protetor direto, imediato de uma pessoa nos “búzios” é o que sempre salta na frente, causando grandes confusões entre o “olorí e o Èléèdá”, posto que o principal é o “Olorí”, dono da cabeça e por inteiro de uma pessoa.
Neste caso, para definir, consulta-se os “búzios”, são de expressa, competência de Oxalá (Òòsààlá) à determinação do Olorí e o Èléèdá de uma pessoa, por via das solicitações, através dos “búzios”, oferendas e súplicas para se firmar o Olorí e o Èléèdá de uma pessoa.
O grande, Alquimista – Paracelso – Diz:
Os Espíritos não são gerados pela “Razão”, mas pela vontade.
Todos os que vivem de acordo com a sua vontade vivem no ‘Espírito”, assim como todos os que vivem de acordo com “Razão” o fazem contra o “Espírito”.
“Da Razão nasce a “Alma” e não o “Espírito”, que é uma obra exclusiva da vontade, ou melhor, do querer”.
Então podemos definir melhor, como é o Olori e o Èléèdá:
Olori ( Alma) = Sempre vai agir pela “Razão”.
Èléèdá ( Espírito) = Sempre vai agir pela “Vontade, Desejo e do Querer”.
Outro exemplo:
Para que saiba o Olori de uma pessoa, deve-se considerar o dia do nascimento e aí tem-se o Èléèdá.
Acontece que o homem não recebe Òrìsà para guardar, quando nasce, mas o têm, desde o ato da concepção, e tanto é verdade que existe uma vida intrauterina, nos nove meses que acontece ao nascimento;
assim temos que recuar nove meses para encontrar o Olori, que é o dono da cabeça da pessoa Aplicando-se o calendário anual, contam-se nove meses para trás, ao contrário do movimento da Terra, sem contar o signo ou mês de nascimento da pessoa;
ou então, contam-se três meses para frente, sem contar o signo ou mês de nascimento da pessoa, no mesmo sentido do movimento da Terra.
Quando a pessoa for de sete meses, para achar-se o Olori, recua-se sete meses sem contar o signo ou mês de nascimento da pessoa ou avança-se cinco meses, também sem contar o signo da pessoa.
A segunda operação é de competência do Bàbálòrìsà ou Yálòrìsà, que se valhe das várias características da pessoa, para destacar entre três ou quatro Òrìsàs, aplicando, ou seja, colocando os “búzios”, e consultando à Oxalá e Òrìsàs.
Para finalizar, quero lembrar que todo o ser humano, só têm uma cabeça e um coração, uma alma e um espírito.
Só há duas lâmpadas no ser humano:
“cérebro”e o “coração’.
O “cérebro” ilumina na vertical, desprendendo-nos das coisas terrenas;
outro mecanismo acontece quando, como conseqüência de nossos pensamentos e meditações.
O “coração” garante a iluminação do caminho, ilumina na horizontal assegurando não andarmos no escuro, depois da morte.
Postado por REISELIAS às 10:32 0 comentários
IMPORTÂNCIA – MEDIUNIDADE NOS CULTOS AFRO-BRASILEIRA


A utilidade, dentro dos “Cultos Afro-Brasileira”.
A mediunidade de uma pessoa se manifesta de várias formas, cabendo aos Feitores, consultando aos “Búzios” e identifica-la.
Ao ser observada e identificada a mediunidade o encarregado da feitura do Òrìsà do médium deverá obedecer à uma série enorme de regras, preceitos e rituais próprios ao Òrìsà à ser feito, e isso não se faz de um dia para outro, às vezes, leva um bom tempo para o iniciado conhecer, irá depender, do mesmo, muito interesse e tempo de ambas as partes, de modo a poder obter um bom resultado da “Obrigação de Cabeça” que vai firmar.
São preceitos indispensáveis e sérios e o “Feitor” deverá conhece-los profundamente e com muita segurança para não vir a prejudicar o futuro daquele que nele confiou e entregou sua cabeça.
Hoje, lamentavelmente, muitos “Feitores”, descobriram que só colocando a ponta de faca sobre a cabeça do iniciado, exclui o mesmo, de qualquer obrigação, porque?
Ponta de faca não é mão!
Toma o dinheiro do iniciado, sem sofrer qualquer prejuízo juntos aos seus Òrìsàs.
Na verdade, quem toma o prejuízo sempre será o iniciado, tanto em sua vida religiosa, bem como, na vida particular.
Destas feituras nasceram os religiosos cosmopolitas ( pulam de casa em casa de Região).
No meu conceito: “Esses Feitores, são os verdadeiros gigôlos da Religião Afro-Brasleira”.
Se você faz, iniciados, só com a ponta de faca (obé), então, meu amigo Feitor, não faça mais, use suas mãos e faça com respeito, aquém confiou lhe a cabeça e, principalmente, em seus órìsàs.
Só para ilustrar, há 25 anos atrás, não era comum se ver, pessoas trocando de Casas de Religião e de Feitores como hoje, Porque?
Digo: Antigamente havia respeito mutuo.
Hoje, o que existe é comércio.
E, Feitores demonstrando um grande despreparo para tal função.
E visando somente o lado lucrativo e se obstando ao ensinamento religioso, às vezes por não saber e outros por empanar seus conhecimentos.
Com certeza ninguém pense que pode se tornar um Bàbálòrìsà ou Yálòrìsà de um dia para outro, sem antes ter passados pelos preceitos obrigatórios, indispensáveis.
Mas, não é o que se vê normalmente, nos dias de hoje!
Na época em que estamos, surgiu uma nova maneira de proceder, ou seja, Feitores fazerem de seus discípulos, “clientes cadastrados”; e evitando o ensinamento do “Fundamento e dos Rituais”, para que, os mesmos, sempre fiquem na dependência.
É obrigação do “Feitor”, os ensinamentos da doutrina religiosa (Fundamento e Rituais).
São essas regras, originárias da África Negra, para aqui trazidas pelos antigos escravos africanos e, até hoje conservadas e praticadas por alguns “Feitores”e ignorados por outros.
Postado por REISELIAS às 09:40 0 comentários
ESTUDO DA FEITURA DE CABEÇA


Para falar sobre esse assunto, levei muitos anos pesquisando e observando o que Bàbálòrìsàs e Yálòrìsàs falavam sobre o assunto, além disto, consultei várias pessoas espíritas, para obter um conhecimento e procurar passar esse conceito aos senhores, trata-se de um assunto muito sério.
Em primeiro lugar vamos ver o que é “Extra-Sensorais”:
A mediunidade de uma pessoa é uma segunda “Supra-Vida”, que acompanha o espírito em todas as encarnações terrenas;
ela suscita, isto é, faz nascer, lembrar e promover, se junta com o espírito no plano infinito, porque ela é júbilo;
é criação na Eternidade...
A alma humana atravessa como “individualidade”, períodos alternativos de existência física e espirituais, antes de ser encarnada...
Ë a “Supra-Vida”, que determina a vocação ao grau de mediunidade, ao gênero de “Personalidade”, que a nossa “Individualidade”, venha assumir em missão a Terra...
A mediunidade sempre preexistiu, é nato ao ser humano, não é privilégio de classe social e de nenhuma Religião ela apresenta-se até em indivíduos não afeitos ao misticismo;
surge em diversos níveis sociais, de uma Comunidade, Estado ou País.
Todo movimento vibratório obedece uma causa (magia), têm as representações em símbolos, regências das “Divindades”:
Òrìsàs, Voduns, e em todos os Cultos Afro-Brasileira e dentro da Umbanda...
Obstantemente, alguém pergunta a si próprio ou à outrem:
Nesses rituais com diversos raios de hierarquia, canais de vibrações, o homem chega ao “Supremo Arquiteto do Universo”?
Bom, com todas as pesquisas que realizei e conhecimentos que adquiri dentro dos “Cultos Afro-Brasileira”, respondo com toda convicção, todas as “Religiões Cabalísticas” elevam o ser humano, ele se glorifica, se divinifica e pode chegar ao seu “Deus”-Olórún.
Para comprovar existe os “sete graus mediúnicos”:
todos os Bàbálòrìsàs e Yálòrìsàs têm que ter ao menos a sensibilidade de ver, estudar, analisar no ser humano e saber distinguir um do outro; como exemplo:
1º) GRAU MEDIÚNICO – “PSICOMÂNTICO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, mentalmente mediúnicas; possui o dom para adivinhar, é sensitivo, recebe intuições de seus Òrìsàs, Voduns e Guias.
2º) GRAU MEDIÚNICO – “SEMI-INCONSCIENTE”
Sob esta faixa de ondas vibratórias e magnéticas, mentalmente mediúnicas, raramente elas são manifestadas...
Quando surge, dá-se sempre aos 12 até os 19 anos de idade, o médium porta-se, de maneira independente do esforço de sua vontade, ora desacordado ora semi-desacordado.
3º) GRAU MEDIÚNICO – “PSICOGRÁFICO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, mentalmente mediúnicas, possui uma das melhores faculdades.
Quando surge, o médium, às vezes, sem saber, entra em comunicação psicográfica com os espíritos elevados.
4º) GRAU MEDIÚNICO – “TELEPÁTICO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, mentalmente mediúnicas, têm o poder de retratar a imagens de pessoas vivas ou mortas, de lugares ou objetos em sua mente telepática.
O médium telepático não faz o uso de sua vista, portanto, de suas energias mentais.
É um dos melhores dons mediúnicos.
5º) GRAU MEDIÚNICO – “AUDITIVO”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, é relativo ao ouvido, o médium ouve vozes mas não vê ninguém, às vezes, procura guardar esse segredo íntimo, porque receia, que as pessoas não saberão entende-lo, daí podem julga-lo como um louco.
6º) GRAU MEDIÚNICO – “PSIQUEUTERPIA”
Sob esta faixa de ondas vibratórias, a pessoa possui uma ótima audição, percebe o odor, que as demais pessoas não perceberiam, têm grandes faculdade para tocar instrumentos musicais (tambores, etc...),
pertencem aos gênios da música, facilidade de falar em público e convicção de si próprio.
7º) GRAU MEDIÚNICO – “VIDENTE”
Este grau, reúne três faixas de ondas vibratórias, o médium sob elas é por demais sensível, quando ambas faixas se manifestam, ele têm visões de cenas futuras;
quero deixar claro, que não é quando o médium deseja obter e sim quando se apresenta espontâneo.
Observação:
Uma das características do médium “vidente”, que carregam “ectoplasma” nas “lágrimas de seus olhos”.
Os impulsos vibrantes e magnéticos dessas ondas mediúnicas dão sentidos estéticos e filosóficos;
aqui raramente surgem as criaturas daltônicas.
Este grau mediúnico é apropriado à pessoas para ciências Universal;
nele encontramos “Poetas; Místicos; Bàbálòrìsàs; Yálòrìsàs; Profetas”. Os descobridores dos segredos físicos existentes na “Natureza”;
com certeza, há uma raridade dessa manifestação mediúnica, sim, existem muitos impostores, porque:
Esse e os demais graus de mediunidade, não é quando queremos obter e sim, quando surge espontâneo, mas com tudo na vida, sempre existe um vigário, têm muita gente, fazendo uso, principalmente, como meio lucrativos de vida.
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RAINHA DAS 7 ENCRUZILHADAS


Foi uma Rainha no seu tempo na terra.


Diz a história ter sido ela uma linda cortesã que amarrou o coração de um Rei Francês que a tornou Rainha. Passou-se alguns anos e o Rei veio a falecer.
A rainha passou a tomar conta sozinha do seu reino o que deixou alguns membros da corte indignados porque ela não teve filhos para deixar o trono como herança e tampouco parentes sangue azul para substituí-la após a sua morte.
Devido a tenacidade da rainha o seu trono começou a ser cobiçado por outros reinos o que trouxe muita preocupação para a política da corte, então o conselheiro real convenceu a Rainha a casar-se novamente com um homem cujo o reino fosse ainda maior que o seu para juntos vencerem as batalhas e trazer ao reinado a paz e a tranqüilidade que já não tinham mais.
Um dia surgiu no castelo um homem que se dizia seduzido pela beleza da rainha e dono de um reinado incalculável no oriente e a pediu em casamento, a rainha preocupada com destino da sua corte e pela proteção de seu trono, aceitou a oferta de imediato e logo em seguida casaram-se.
Não demorou muito a querida rainha foi envenenada pelo seu atual marido que logo após se titulou o Rei e começou a governar a corte da pior maneira possível.
A saudosa rainha após o seu desencarne chegou ao mundo astral muito perdida e logo começou a habitar o limbo devido a faltas graves que na terra havia cometido.
Depois de algum tempo na trincheira das trevas do astral a Rainha foi encontrada pelo seu antigo Rei que no astral era conhecido como Senhor das encruzilhadas, este senhor passou a cuida-la e incentiva-la a trabalhar do seu lado para as pessoas que ainda viviam no plano material aliviando suas dores e guerreando com inimigos astrais...
O feito deste casal no astral tornou-se tão conhecido e respeitado que o Exu Belo nomeou o Senhor das encruzilhadas como Rei das Sete encruzilhadas e prontamente o Rei nomeou a sua Rainha.
Juntos eles passaram a reinar os caminhos das trevas e da luz e sob o seus comandos milhares de entidades subordinadas que fizeram do Reino das sete encruzilhadas o maior reino do astral médio superior.
Passou-se muitos anos e o Rei que havia envenado a rainha veio a morrer durante uma batalha, e este foi resgatado pelos soldados da Rainha das sete encruzilhadas e o mesmo foi levado até ela.
O homem ainda atônico sem entender ainda o que estava acontecendo com ele, se viu diante daquela poderosa mulher a qual foi obrigado a curvar-se e a servi-la para o resto da sua eternidade como castigo por ter-la envenenado.
E hoje através das suas histórias que compreendemos que o povo de Exu não são entidades perdidas do baixo astral e sim entidades respeitadas e de muita importância no mundo astral superior e inferior.
A Pomba-Gira Rainha das Sete Encruzilhadas adora a cor Maravilha, Vermelho, Preto e Dourado trazendo na mão um cedro de ouro.
Suas oferendas são sempre as mais caras, pois ela é muito exigente.
A Pomba-Gira Rainha das 7 Encruzilhadas também é conhecida no sudeste do país como “Dona 7” se apresenta como uma mulher de meia idade, muito reservada, educada, iteligente e culta.
Ao contrários que muitas pessoas pensam...
é uma entidade calma e tranqüila, mais quando chega ao mundo para deixar seu recado, traz na garganta um grito de guerra onde expressa todo o seu poder de vitórias.
Foi Iansã quem lhe deu força!
Ela é a Rainha do Candomblé...
Vamos sarava nossa Rainha Pomba-Gira ela é o exu mulher...
Vamos sarava nossa Rainha Pomba-Gira ela é o exu mulher... bis...
Saravá D.Rainha!

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LENDAS DE EXU



I
Exú sempre foi o mais alegre e comunicativo de todos os orixás.
Olorun, quando o criou, deu-lhe, entre outras funções, a de comunicador e elemento de ligação entre tudo o que existe.
Por isso, nas festas que se realizavam no orun (céu), ele tocava tambores e cantava, para trazer alegria e animação a todos.
Sempre foi assim, até que um dia os orixás acharam que o som dos tambores e dos cânticos estavam muito altos, e que não ficava bem tanta agitação.
Então, eles pediram a Exú, que parasse com aquela actividade barulhenta, para que a paz voltasse a reinar.
Assim foi feito, e Exú nunca mais tocou seus tambores, respeitando a vontade de todos.
Um belo dia, numa dessas festas, os orixás começaram a sentir falta da alegria que a música trazia.
As cerimônias ficavam muito mais bonitas ao som dos tambores.
Novamente, eles se reuniram e resolveram pedir a Exú que voltasse a animar as festas, pois elas estavam muito sem vida.
Exú negou-se a fazê-lo, pois havia ficado muito ofendido quando sua animação fora censurada, mas prometeu que daria essa função para a primeira pessoa que encontrasse.
Logo apareceu um homem, de nome Ogan.
Exú confiou-lhe a missão de tocar tambores e entoar cânticos para animar todas as festividades dos orixás.
E, daquele dia em diante, os homens que exercessem esse cargo seriam respeitados como verdadeiros pais e denominados Ogans.

II
EXÚ – Um Orishá Muito Polémico
Por Ìyá Sandra Medeiros Epega
Atoto arere.
Ifá fe f'oun e dake.
Orunmilá e Exú eram amigos, mas disputavam entre si o poder.
Houve uma guerra na cidade de Ajala Eremi.
Tendo isso chegado ao conhecimento de Exú, por seus seguidores que invocavam-no e pediam a sua ajuda, ele correu a Orunmilá para contar a novidade.
Orunmilá ficou curioso de saber como Exú já sabia da guerra, uma vez que a cidade era longe e parcos os recursos.
Exú, muito vaidoso, disse saber tudo, em virtude de seus poderes, e completou - "Vamos lá salvá-los".
Viajaram juntos, e chegando à Ajala Eremi, ajudaram o povo a vencer a guerra, e foram reverenciados e louvados.
Na volta, Exú disse a Orunmilá - "Você vai ver, a minha magia é maior que a sua".
Orunmilá riu, disse que seus poderes eram bem maiores, e disse também:

"Ki okunrin ma to ato rin
Ki obinrin ma to ato rin
Ki awo eni ti aso re yio rin".
"O homem fica em pé e urina andando
A mulher fica em pé e urina andando
Vamos ver a roupa de quem fica molhada primeiro".

Com essas palavras ele desafiou Exú.
Caminharam muito até que anoiteceu, e pararam em Ileto (pequena cidade baale - aldeia pobre).
Orunmilá pediu aos mais velhos pousada por uma noite para ambos.
O Rei permitiu que dormissem e determinou em que casa ficariam.
No meio da noite, estando Orunmilá dormindo, Exú acordou bruscamente.
Exu saiu para o pátio, foi ao local onde as galinhas dormiam, agarrou o galo pelos pés, torceu-lhe o pescoço, arrancou-lhe a cabeça e enfiou no bolso.
Fez uma ótima e solitária refeição com a carne e alguns inhames, pimentas, tomates e cebolas que achou nos campos, temperou tudo com óleo dendê, bebeu vinho de palma e completou com litros e litros de água fresca.
Voltando à casa, chamou Orunmilá, e disse -" Vamos embora depressa".
Orunmilá acordou estremunhado, e ainda tonto, achou que era de manhã, e seguiu com Exú pela estrada como bons amigos.
Em Ileto, assim que amanheceu, descobriram a morte do galo, a fuga dos hóspedes e o povo, revoltado, decidiu persegui-los.
Juntaram os Ode (soldados).
Correram atrás de Exú e Orunmilá e alguém lembrou que Exú usava uma roupa de búzios (símbolo de magia).
Exú sabia que o povo de Ileto e os soldados vinham em sua perseguição.
Olhava para trás e ria.
Falou a Orunmilá -"O povo vem aí, traz lanças, facas e soldados.
Mostre a força de sua magia agora".
Orunmilá, sempre muito calmo, disse a Exú -"A mim não pegam. Eu adivinho que você matou o galo e comeu-o, porque o sangue pinga de seu bolso".
E disse "A ki gbo iku a fibi oba sa".
("Não se pode ter má notícia da terra. Ela não morre".)
Depois de proferir estas palavras mágicas, Orunmilá disse a Exú:
-"Agora você dá a solução".
Exú sugeriu que subissem em uma árvore sagrada (ikin), de cuja madeira são feitos instrumentos para o culto, e esperassem para ver os Ode passarem.
Os soldados e o povo viram o sangue, e revistando a árvore acharam Exú lá em cima, junto com Orunmilá.
Alguns ficaram de guarda à árvore, enquanto outros foram buscar machados e facões para derrubá-la.
Quando começaram a cortar a árvore, Exú riu e disse a Orunmilá:
- "É agora!
Vamos cair os dois, faça a sua magia, eu faço a minha e veremos qual o poder maior".
A árvore caiu.
Orunmilá se enterrou no chão e virou água.
Exú bateu no chão e virou pedra.
O povo e os Ode procuraram e não acharam ninguém.
O lugar virou uma grande confusão, com todos gritando e se acusando mutuamente.
Os que estavam sedentos, viram a água que era Orunmilá, beberam dela e se acalmaram.
Os que estavam cansados sentaram na pedra que era Exú e ficaram agitados.
E daí para a frente, dois tipos de pessoas se criaram no mundo, os calmos e os agitados.
E todos que jogam Ifá (antigo sistema yorubá de adivinhação), têm que cultuar Exú e Orunmilá.

III
Exu foi o primeiro filho de Iemanjá e Oxalá.
Ele era muito levado e gostava de fazer brincadeiras com todo mundo.
Tantas fez que foi expulso de casa.
Saiu vagando pelo mundo, e então o país ficou na miséria, assolado por secas e epidemias.
O povo consultou Ifá, que respondeu que Exu estava zangado porque ninguém se lembrava dele nas festas; e ensinou que, para qualquer ritual dar certo, seria preciso oferecer primeiro um agrado a Exu.
Desde então, Exu recebe oferendas antes de todos, mas tem que obedecer aos outros Orixás, para não voltar a fazer tolices.

IV
Um homem rico tinha uma grande criação de galinhas.
Certa vez, chamou um pintinho muito travesso de Exu, acrescentando vários xingamentos.
Para se vingar, Exu fez com que o pinto se tornasse muito violento.
Depois que se tornou galo, ele não deixava nenhum outro macho sossegado no galinheiro: feria e matava todos os que o senhor comprava.
Com o tempo, o senhor foi perdendo a criação e ficou pobre.
Então, perguntou a um babalaô o que estava acontecendo.
O sacerdote explicou que era uma vingança de Exu e que ele precisaria fazer um ebó pedindo perdão ao Orixá.
Amedrontado, o senhor fez a oferenda necessária e o galo se tornou calmo, permitindo que ele recuperasse a produção.

V
Certa vez, dois amigos de infância, que jamais discutiam, esqueceram-se, numa segunda-feira, de fazer-Ihe as oferendas devidas para Èsù.
Foram para o campo trabalhar, cada um na sua roça.
As terras eram vizinhas, separadas apenas por um estreito canteiro.
Èsù, zangado pela negligência dos dois amigos, decidiu preparar-Ihes um golpe à sua maneira.
Ele colocou sobre a cabeça um boné pontudo que era branco do lado direito e vermelho do lado esquerdo.
Depois, seguiu o canteiro, chegando à altura dos dois trabalhadores amigos e, muito educadamente, cumprimentou-os:
-"Bom trabalho, meus amigos!"
Estes, gentilmente, responderam:
-"Bom passeio, nobre estrangeiro!"
Assim que Èsù afastou-se, o homem que trabalhava no campo à direita, falou para o seu companheiro:
-"Quem pode ser este personagem de boné branco?"
-"Seu chapéu era vermelho", respondeu o homem do campo a esquerda.
-"Não, ele era branco, de um branco de alabastro, o mais belo branco que existe!"
-"Ele era vermelho, um vermelho escarlate, de fulgor insustentável!"
-"Ele era branco, tratar-me de mentiroso?"
-"Ele era vermelho, ou pensas que sou cego?"

Cada um dos amigos tinha razão e ambos estavam furioso da desconfiança do outro.
Irritados, eles agarraram-se e começaram a bater-se até matarem-se a golpes de enxada.
Èsù estava vingado!
Isto não teria acontecido se as oferendas a Èsù não tivessem sido negligenciadas.
Pois Èsù pode ser o mais benevolente dos òrìsà se é tratado com consideração e generosidade.

VI
Conta-se que Aluman estava desesperado com uma grande seca.
Seus campos estavam secos e a chuva não caia.
As rãs choravam de tanta sede e os rios estavam cobertos de folhas mortas, caidas das árvores.
Nenhum òrìsà invocado escutou suas queixas e gemidos.
Aluman decidiu, então, oferecer a Èsù grandes pedaços de carne de bode.
Èsù comeu com apetite desta excelente oferenda.
Só que Aluman havia temperado a carne com um molho muito apimentado.
Èsù teve sede.
Uma sede tão grande que toda a água de todas as jarras que ele tinha em casa, e que tinham, em suas casas, os vizinhos, não foi suficiente para matar sua sede!
Èsù foi á torneira da chuva e abriu-a sem pena.
A chuva caiu.
Ela caiu de dia, ela caiu de noite.
Ela caiu no dia seguinte e no dia depois, sem parar.
Os campos de Aluman tornaram-se verdes.
Todos os vizinhos de Aluman cantaram sua glória:

"Joro, jara, joro Aluman,
Dono dos dendezeiros, cujos cachos são abundantes;
Joro, jara, joro Aluman,
Dono dos campos de milho, cujas espigas são pesadas!
Joro, jara, joro Aluman,
Dono dos campos de feijão, inhame e mandioca!
Joro, jara, joro Aluman!"

E as rãzinhas gargarejavam e coaxavam, e o rio corria velozmente para não transbordar!
Aluman, reconhecido, ofereceu a Èsù carne de bode com o tempero no ponto certo da pimenta.
Havia chovido bastante.
Mais, seria desastroso!
Pois, em todas as coisa, o demais é inimigo do bom.

VII
Lenda de Eshu Jelu ( Ijelu ou Ajelu )
Mandaram Eshú fazer um ebó, com o objetivo de obter fortuna rapidamente e de forma imprevista.
Depois de oferecer o sacrifício, Exú empreendeu viagem rumo a cidade de Ijelu.
Lá chegando, foi hospedar-se na casa de um morador qualquer da cidade, contrariando os costumes da época, que determinavam que qualquer estrangeiro recém chegado receberia acolhida no palácio real.
Alta madrugada, enquanto todos dormiam, Exú levantou-se sorrateiramente e ateou fogo as palhas que serviam de telhado à construção em que estava abrigado, depois do que, começou a gritar por socorro, produzindo enorme alarido, o que acordou todos os moradores da localidade.
Eshú gritava e esbravejava, afirmando que o fogo, cuja origem desconhecia, havia consumido uma enorme fortuna, que trouxera embrulhada em seus pertences, que como muitos testemunharam, foram confiados ao dono da casa.
Na verdade, ao chegar, Exú entregou ao seu hospedeiro um grande fardo, dentro do qual, segundo declaração sua, havia um grande tesouro, fato este, que foi testemunhado por enumeras pessoas do local.
Rapidamente, a notícia chegou aos ouvidos do Rei que, segundo a lei do país deveria indemnizar a vitima de todo o prejuízo ocasionado pelo sinistro.
Ao tomar conhecimento do grande valor da indemnização e ciente de não possuir meios para saldá-la, o rei encontrou, como única solução, entregar seu trono e sua coroa a Eshú, com a condição de poder continuar, com toda sua família, residindo no palácio.
Diante da proposta, Eshú aceitou imediatamente, passando a ser deste então o rei de Ijelu.

VIII
Sobre Eshú existem muitas lendas, mas esta demonstra bem o carácter irreverente de Eshú:
Eshú, sabedor de que uma rainha fora abandonada pelo seu Rei (dormindo assim em aposentos separados), procurou-a, entregou a ela uma faca e disse que se ela desejasse ter ele de volta, deveria cortar alguns fios da sua barba ao anoitecer quando o Rei dormisse.
Em seguida, foi à casa do Príncipe Herdeiro do trono, situada nos arredores do palácio e disse ao Príncipe que o Rei desejava vê-lo ao anoitecer com o seu exército.
Em seguida, foi até ao Rei e disse: "A Rainha magoada vai tentar matá-lo à noite.
Finja que está dormindo para não morrer.
E a noite veio.
O Rei deitou-se e fingiu dormir e viu depois a Rainha aproximar uma faca de sua garganta.
Ela queria apenas cortar um fio da barba do Rei, mas ele julgou que seria assassinado.
O Rei desarmou-a e ambos lutaram, fazendo grande algazarra.
O Príncipe, que chegava com os seus guerreiros, escutou gritos nos aposentos do Rei e correu para lá.
O Príncipe entrou nos aposentos e viu o Rei com a faca na mão e pensou que ele queria matar a Rainha e empunhou a sua espada.
O Rei, vendo o Príncipe entrar no palácio armado, à noite, pensou que o Príncipe queria matá-lo, gritou pelos seus guardas pessoais e houve uma grande luta, seguida de um massacre generalizado.

IX
Conta-nos uma lenda, que Òsùn queria muito aprender os segredos e mistérios da arte da adivinhação, para tanto, foi procurar Èsù, para aprender os princípios de tal dom.
Èsù, muito matreiro, disse a Òsùn que lhe ensinaria os segredos da adivinhação, mas para tanto, ficaria Òsùn sobre os domínios de Èsù durante sete anos, passando, lavando e arrumando a casa do mesmo.
Em troca, ele a ensinaria.
E, assim foi feito.
Durante sete anos, Òsùn foi aprendendo a arte da adivinhação que Èsù lhe ensinava e consequentemente, cumprindo seu acordo de ajudar nos afazeres domésticos na casa de Èsù.
Findando os sete anos, Òsùn e Èsù, tinham se apegado bastante pela convivência em comum, e Òsùn resolveu ficar em companhia desse Òrìsà.
Em um belo dia, Sàngó que passava pelas propriedades de Èsù, avistou aquela linda donzela que penteava seus lindos cabelos na margem de um rio e, de pronto agrado, foi declarar sua grande admiração para com Òsùn.
Foi-se a tal ponto que Sàngó, viu-se completamente apaixonado por aquela linda mulher, e perguntou se não gostaria de morar em sua companhia no seu lindo castelo na cidade de Oyó.
Òsùn rejeitou o convite, pois lhe fazia muito bem a companhia de Èsù.
Sàngó então, irado por ter sido contrariado, sequestrou Òsùn e levou-a em sua companhia, aprisionando-a na masmorra de seu castelo.
Èsù, logo de imediato sentiu a falta de sua companheira e saiu a procurar, por todas as regiões, pelos quatro cantos do mundo, sua doce pupila de anos de convivência.
Chegando nas terras de Sàngó, Èsù foi surpreendido por um canto triste e melancólico que vinha da direcção do palácio do Rei de Oyó, da mais alta torre.
Lá estava Òsùn, triste e a chorar por sua prisão e permanência na cidade do Rei.
Èsù, esperto e matreiro, procurou a ajuda de Òrùnmílá, que de pronto agrado lhe cedeu uma poção de transformação para Òsùn fugir dos domínios de Sàngó.
Èsù, através da magia, pôde fazer chegar às mãos de sua companheira a tal poção.
Òsùn tomou de um só gole a poção mágica e transformou-se numa linda pomba dourada, que voou e pode então retornar em companhia de Èsù para a sua morada.

X
Como Èsù tornou-se Òsijè-Ebó
Essa história revela o nascimento do 17o. Odù, como e de onde nasceu Òsetùwá, em decorrência, veremos a analise através de como Èsù se tornou Èsù Òsijè-Ebó, o transportador e encarregado de encaminhar as oferendas entre a terra e o òrun.
Quem deveria consultar o porta-voz-principal-do-culto-de-Ifá; a nuvem está pendurada por cima da terra...
Bábálàwó dos tempos imemoriais;
Os "siris" estão no rio; a marca do dedo requer Yèréòsùn (pó sagrado de Ifá).
Estes foram os Bábálàwó que jogaram Ifá para os quatrocentos Irúnmolè, senhores do lado direito, e jogaram Ifá para os duzentos malè, senhores do lado esquerdo.
E jogaram Ifá para Òsun, que tem uma coroa toda trabalhada de contas, no dia em que ele (Òsetùá) veio a ser o décimo sétimo dos Irùnmolè que vieram ao mundo, quando Òlódumàrè enviou os òrìsà, os dezesseis, ao mundo, para que viessem criar e estabelecer a terra.
E vieram verdadeiramente nessa época.
As coisas que Òlódumàrè lhes ensinou nos espaços do òrun constituíram nos pílares de fundação que sustentam a terra para a existência de todos os seres humanos e de todos os ebora.
Olódumàrè lhes ensinou que quando alcançassem a terra, deveriam abrir uma clareira na floresta, consagrando-a de Orò, o Igbó Orò.
Deveriam abrir uma clareira na floresta, consagrando-a a Eégún, o Igbó Eégún, que seria chamado Igbó Òpá.
Disse que deveriam abrir uma clareira na floresta consagrando-a a Odù Ifá, o Igbó Odù, onde iriam consultar o oráculo a respeito das pessoas.
Disse ele que deveriam abrir um caminho para os Òrìsà e chamar esse lugar de Igbó Òrìsà, floresta para adorar os òrìsà.
Olódumàrè lhes ensinou a maneira como deveriam resolver os problemas de fundação (assentamento) e adoração dos ojóbo (lugares de adoração) e como fariam as oferendas para que não houvesse morte prematura, nem esterilidade, nem infecundidade, que não houvesse perda, nem vida paupérrima, não houvesse nada de tudo isso sobre a terra.
Para que as doenças sem razão não lhes sobrevivessem, que nenhuma maldição caísse sobre eles, que a destruição e a desgraça não se abatessem sobre eles.
Olódumàrè ensinou aos dezasseis òrìsà o que eles deveriam realizar para evitar todas as coisas.
Ele os delegou e enviou à terra, a fim de executarem tudo isso.
Quando vieram ao òde àiyé, a terra, fundaram fielmente na floresta o lugar de adoração de Orò, o Igbá Orò. Fundaram na floresta o lugar de adoração de Eégún. Fundaram na floresta o lugar de adoração de Ifá que chamamos Igbódù.
Também abriram um caminho para os òrìsà, que chamamos igbóòòsa.
Executaram todos esses programas visando a ordem.
Se alguém estava doente, ele ia consultar Ifá ao pé de Òrúnmìlá.
Se acontecia que Eégún poderia salvá-lo, dir-lho-iam.
Seria conduzido ao lugar de adoração na floresta de Eégún ao Igbó-Igbàlè, para que ele fizesse uma oferenda para Egúngún.
Talvez que um de seus ancestrais devesse ser invocado como Eégún, para que o adorasse, a fim de que esse Eégún o protegesse.
Se havia uma mulher estéril, Ifá seria consultado, a respeito dela, a fim de que Orúnmìlà pudesse indicar-lhe a decoação de Òsun, que ela deveria tomar.
Se havia alguém que estava levando uma vida de miséria, Orúnmìlà consultaria Ifá, a respeito dele.
Poderia ser que Orò estivesse associado à sua própria entidade criadora.
Orúnmìlà diria a essa pessoa que é a Orò que ela devia adorar.
E ela seria conduzida à floresta de Orò.
Eles seguiram essa prática durante muito tempo.
Enquanto realizavam as diversas oferendas, eles não chamavam Òsun.
Cada vez que iam à floresta de Eégún, ou à floresta de Orò, ou à floresta de Ifá, ou à floresta de Òòsà, a seu retorno, os animais que eles tinham abatido, fossem cabras, fossem carneiros, fossem ovelhas, fossem aves, entregavam-nos a Òsun para que ela os cozinhasse.
Preveniram-na que quando ela acabasse de preparar os alimentos, não devia comer nenhum pouco, porque deviam ser levados aos Malè, lá onde as oferendas são feitas.
Òsun começou a usar o poder das mães ancestrais - àse Iyá-mi - e a estender sobre tudo o que ela fazia esse poder de Iyá-mi-Àjé, que tornava tudo inútil.
Se se predissesse a alguém que ele ou ela não fosse morrer, essa pessoa não deixava de morrer.
Se fosse proclamado que uma pessoa não sobreviveria, a pessoa sobreviveria.
Se se previsse que uma pessoa daria à luz um filho, a pessoa tornava-se estéril.
Um doente a quem se dissesse que ele ficaria curado não seria jamais aliviado de sua doença.
Essas coisas ultrapassavam seu entendimento, porque o poder de Olódumàre jamais tinha falhado.
Tudo que Olódumàre lhes havia ensinado eles o aplicavam, mas nada dava resultado.
Que era preciso fazer?
Quando se congregaram numa reunião, Orúnmìlà sugeriu que, já que eles eram incapazes de compreender o que se estava passando por seus próprios conhecimentos, não havia outra solução senão consultar Ifá novamente.
Em consequência, Orúnmìlà trouxe seu instrumento adivinatório, depois consultou Ifá.
Contemplou longamente a figura do Odù que apareceu e chamou esse Odù pelo nome de òsetùá.
Ele olhou em todos os sentidos.
A partir do resultado definitivo de sua leitura, Orúnmìlà transmitiu a resposta a todos os outros Odù-àgbà.
Estavam todos reunidos e concordaram que não havia outra solução para todos eles, os òrìsàs-irúnmàlè, senão encontrar um homem sábio e instruído que podesse ser enviado a Olódumàrè, para que mandasse a solução do problema e o tipo de trabalho que devia ser feito para o restabelecimento da ordem, a fim de que as coisas voltassem a normalizar-se, e nada mais interferisse em seus trabalhos.
Ele, Orúnmìlà, deveria ir até a Olódumàrè.
Orúnmìlà ergueu-se.
Serviu-se de seus conhecimentos para utilizar a pimenta, serviu-se de sua sabedoria para tomar nozes de obi, despregou seu òdùn (tecido de ráfia) e o prendeu no seu ombro, puxou seu cajado do solo, um forte redemoinho o levou, e ele partiu até aos vastos espaços do ou
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MARIA PADILHA DAS ALMAS
Falar desta entidade tão apreciada e poderosa dentro da Umbanda é uma honra!
Mais como existem tantas histórias relacionadas a esta entidade, que achei melhor incluir aqui uma poesia que se baseia na sua real história e ao mesmo tempo tem a síntese desta nobre entidade que é Maria Padilha das Almas.

Vou contar uma lenda de uma pobre Maria,
Que conheceu o luxo e a agonia!
Vou contar a lenda de Maria Padilha,
Que escondia a sedução sob a mantilha!
Ela viveu no século XIV, cheio de magia, Misticismo e fantasia!
Ela nasceu na Espanha valorosa, Formosa e maravilhosa!
Ainda criança, Maria Padilha foi abandonada...
Por sua mãe, que era uma coitada...
Ela era filha de mãe solteira...
E virou uma órfã verdadeira!
Ela nunca teve uma família inteira...
Assim , ela foi criada por uma feiticeira!
Ela gostava de dançar o “flamenco” sensual ...
De uma forma especial!
Ela gostava de vestir preto e vermelho...
Para treinar a dança no espelho!
Na adolescência, ela virou uma cortesã elegante...
Conhecendo muita gente importante!
Ela foi apresentada à Dom Pedro I de Castela...
De uma forma elegante e bela...
Pelo primeiro ministro numa festa...
Ao som de uma linda orquestra!
Assim, os dois dançaram...
E se apaixonaram...
Mas, Pedro estava noivo de Branca de Bourbon,
Que era frágil e sempre saia do tom!
Mas , Maria Padilha fez uma bruxaria,
Que gerou uma grande agonia:
Ela jogou um feitiço no cinto em que Branca...
De uma forma ingênua e franca ...
Presenteou o seu amado...
De um jeito calado!
Assim, depois do casamento...
Sem nenhum sentimento...
Aconteceu um tormento:
Branca, dois dias depois, foi abandonada...
Sem entender, absolutamente, nada!
Depois, os membros bastardos da família real...
Seqüestraram Pedro de um jeito sensacional!
Mas, com a ajuda de Maria Padilha...
Pedro escapou de toda aquela matilha!
Então, ele decidiu transferir sua corte para Alcazar de Sevilha...
Junto com sua amada Maria Padilha!
Depois, ele bolou uma vingança sem piedade...
E matou seus 9 irmãos traiçoeiros de verdade!
Por causa desta vingança de fel...
Ele ficou conhecido como: Pedro , o cruel!
Com Maria Padilha, ele teve 4 crianças...
Carregadas de coragem e esperanças!
Porém, um dia...
Cheio de agonia...
A linda Maria...
Morreu vítima da peste negra com muita dor...
Mas, Pedro chorando com ardor...
Nomeou a amada morta como rainha original...
De uma forma especial!
Porém Pedro, o cruel...
Conheceu o próprio fel...
Morrendo nas mãos do único irmão bastardo que escapou a sua ira...
Mas, que conheceu a atrocidade e a mentira!
Esta é a história de Maria Padilha,
Que escondia a sedução sob a mantilha...
E que de tanto fazer magias e de possuir um olhar de vampira...

Tem seitas que dizem que ela é a real pomba–gira.
Maria Padilha é uma pomba-gira muito feiticeira e adora vestir preto e vermelho, recebe seus pedidos e oferendas nos cruzeiros de chão como em cemitérios. Adora bebida Anis, farofa amarela e bolinhos de carne moída com pimenta, Recebe rosas vermelhas, cigarrilhas e adereços de mulher.
Trabalha para ambos os lados, basta pedir que ela estará lá prontinha para te ajudar!
Amarra, desamarra, abre e fecha caminhos...
Quando esta incorporada é muito dançante e alegre, fala alto e dá muita risada

”É noite no cemitério...
é noite em zoxilá...
é exu Maria Padilha que acaba de chegar...
trás no ombro uma coruja...
sua saia vem rodar...
vem rodar exu das a rainha zoxilá!”
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O PRETO VELHO E O JULGAMENTO DO MÉDIUM


Dentro do Centro Espírita,
Os mestres de branco aconselhavam e oravam.
Fora do Centro e de vista,
O preto velho a todos protegia e guardava.

O Médium sentou e se preparou,
Para psicografar a mensagem.
Quando o preto velho se aproximou,
O moço ficou julgando a entidade.

“Onde já se viu espírito,
Com esse jeito de ex-escravo negro?
Se ele fosse mesmo evoluído,
Não falaria assim desse jeito.”

O preto velho sorriu,
Mesmo perdendo a viagem.
Não entendia o preconceito do médium,
Mas, ainda assim, deu-lhe um passe.

Ele sabia que no dia certo,
Aquele médium perceberia o fato:
Que se aprende tanto com o médico,
Quanto com o operário.

Despediu-se dos mestres do Centro,
Que lhe olharam pedindo paciência.
Embora o trabalho ainda fosse lento,
Aumentava o discernimento e consciência.

A cada dia que passa,
Os novos médiuns estão descobrindo.
Que não importa como se fala,
E sim o que está sendo dito.

Por isso é que na rua ou no Terreiro de Umbanda,
O Preto Velho continua o seu trabalho e nunca pára.
Até que os tambores de Aruanda
O convidem para uma outra jornada.
Postado por REISELIAS às 14:19 1 comentários
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A DOR ENSINA GEMER



Existe um padrão que tem se repetido algumas vezes e que não havia me chamado a atenção, mas pela repetição despertou o meu interesse.
Trata-se da equação Oferta de Trabalhos Espirituais X Pedido de Trabalhos Espirituais.
Não entenderam?
Explico melhor.
Acontece muitas vezes de nós umbandistas, sacerdotes ou não, termos a sensibilidade de percebermos a necessidade da realização de um trabalho espiritual, seja uma simples consulta, frente a determinadas situações das pessoas que nos cercam.
Não falo daquelas pessoas que nos procuram já com esse objetivo, mas sim dos nossos entes queridos, amigos, colegas de trabalho, irmão umbandistas entre outras.
As vezes em uma conversa informal e despretenciosa, nos deparamos com histórias e circunstâncias vivenciadas pelo nosso intelocutor, que ativam o nosso estado de alerta e despertam a nossa percepção para o sentimento de que algo espiritual deveria ser feito sobre o caso específico.
Imbuídos do espírito fraterno, na maioria dos casos nos oferecemos para realizarmos alguma ajuda, que venha sanar, solucionar ou resolver a questão em pauta.
Por acreditarmos nas coisas do sagrado, no mundo espiritual e suas leis de ação e reação, por sermos praticantes, militantes e principalmente termos fé e acreditarmos no aporte do mundo espiritual, rápido é o impulso que toma conta da gente e quando menos esperamos, lá estamos nós oferecendo ajuda.
O problema começa exatamente no oferecimento.
A experiência tem me mostrado que oferecer-se não trás os resultados óbvios, ou seja, ajuda oferecida, oferecimento aceito.
Volta e meia ficamos com o sentimento de que ao oferecer a ajuda estamos forçando uma barra, como se diz, porque passado o primeiro instante, começa pela pessoa que queremos ajudar uma série de criações de obstáculos para que a mesma não se concretize.
De um lado ficamos nós os que enxergamos claramente a necessidade e do outro os necessitados obstaculizando a oportunidade oferecida.
Já me pertubei com tais momentos, já me melindrei por tais atitudes, já me aborreci bastante, até o ponto de me magoar com algumas pessoas.
Resumi a questão para preservar a minha auto-estima nos seguintes motivos:
O necessitado não quer a ajuda, não precisa da ajuda, não acredita que possamos ajudar de fato, e, por fim, prefere continuar do jeito que está, pois sentirá falta do problema e suas consequências.
Esse último lembra bem o caso do obsediado que livre do obssessor o chama inconscientemente de volta por sentir falta da simbiose, ou do viciado que não tem atitude em relação ao vício, pois sentirá a ausência do estado vicioso e assim por diante.
Em contra-partida é possível chegar a conclusão, que quando a necessidade aperta o desespero de causa chega. Geralmente, é quando o caso está na casa do sem jeito. Busca-se então, de forma desenfreada, a ajuda anteriormente rejeitada.
Nos tempos da mágoas eu diria:
“Nada como um dia atrás do outro e uma noite pelo meio”.
Hoje, mais maduro eu entendo que tenho que controlar melhor os meus impulsos salvacionistas (é difícil, as vezes ainda escapa) e esperar que realmente me seja formulado um pedido de socorro formal.
Para chegar essa conclusão, apenas me coloquei um dia no lugar do evangélico que tentou me abordar com a salvação, que eles costumam levar a todos.
Diante da minha recusa veemente, imaginei o quanto esse evangélico deve ter ficado estupefato e sem compreender a minha atitude.
Senti a sua dificuldade em aceitar o fato, que eu tinha recusado a solução, que para ele além de ser legítima é na convicção dele, a única capaz de resolver de forma inquestionável todos os meus problemas.
Os espíritas costumam dizer que:
“Fora da caridade, não há salvação!”.
Concordo, mas temos que ter o cuidado de não exaurirmos os nossos recursos (afinal eles também são nossa responsabilidade, perante a Lei Divina - lembremos sempre da Parábolas dos Talentos), de olharmos a necessidade real para tal caridade, de observarmos se a caridade que faremos ajudará de fato e finalmente se a pessoa está pronta para ser ajudada.
Caso contrário, ajuda ofertada, ajuda rejeitada, ou na melhor das hipóteses mal utilizada.
Tem certas horas que melhor é ficar calado e esperar que o sapato do outrem aperte.
O tamanho da necessidade, em determinados casos, é que forja a humildade de se aceitar o que se oferece de bom grado e sem segundas intenções.
A dor ensina a gemer e o pedido de ajuda surge espontaneamente como consequência natural.
Com relação aos entes queridos e amigos, por uma série de motivos, o pedido de ajuda pode nunca mais ser colocado por eles outra vez.
No caso dos irmãos umbandistas, casa de ferreiro…
É melhor que o espeto de pau da casa cuide do assunto da melhor forma e quando lhe convier.
No mais, uma certeza, antes de oferecer ajuda a alguém esteja completamente convicto que o ajudado realmente quer sua intervenção, ou melhor, ainda, aguarde ele fazer a solicitação com todas as letras.
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domingo, 31 de agosto de 2008
CIGANO VLADIMIR
Este cigano é "do mundo"!
É protetor do trabalho, consola e ajuda à todos os que estão momentaneamente sem ele.
Cigano imperioso e trabalhador, gosta das coisas boas da vida, que depois do trabalho seriam:
mulher, mulher e mulher, depois música e comida.
Responsável, falante e guerreiro, os que não tem medo de lutar podem ir até ele.
Postado por REISELIAS às 04:44 2 comentários
CIGANO VLADIMIR, UM POUCO DA SUA HISTÓRIA
A mesma observação que por algumas vezes fiz, fica valendo aqui, ou seja, são inúmeras as interpretações dadas para a vida dessa magnânima
Entidade Espiritual chamada Vladimir.
Um Cigano que tem seu nome respeitado e talvez ao lado de Santa Sarah seja a Entidade mais cultuada dentro da chamada Linha do Oriente ou Povo do Oriente.
Por essa sua popularidade e mais que tudo como gratidão ao seu bondoso Espírito, sempre protetor e amigo em nossa vida pessoal, é que resolvi falar um pouco dele aqui.
Escolhi duas das histórias mais correntes:
a primeira versão, muito antiga por sinal e que corre de boca em boca, diz que Vladimir apaixonou-se perdidamente uma Cigana de sua Tribo, só que esse sentimento pela tal Cigana também surgiu dentro do coração de seu irmão.
Para decidir a questão, o irmão de Vladimir propôs um duelo em que ambos disputariam a amada.
Para não fugir à tradição, conta-se que Vladimir aceitou a proposta e dirigiu-se então para o tal duelo, porém, na hora exata de desfechar o golpe, percebeu ele que levaria vantagem, só que essa vantagem significava a possibilidade de matar o próprio irmão.
Aí então, Vladimir tem uma reação totalmente surpreendente para todos que assistiam o duelo, ou seja, não agrediu, ao contrário, não esboçou qualquer reação e assim então, acabou sendo apunhalado pelo próprio irmão, caindo morto em seguida.
A continuidade da história tem um desfecho um tanto quanto trágico, pois a tal Cigana vendo seu amado caído no chão, morto com um punhal cravado no peito, caiu por sobre seu corpo e chorando retirou o punhal do peito de Vladimir, cravando-o em seguida em seu próprio peito, ato este que culminou também em sua morte.
Outra versão, essa enviada por uma amiga e pesquisadora de Cultura Egípcia e Cigana.
Segundo essa amiga a versão a seguir chegou até ela contata por uma Cigana mesmo, ou seja pessoa de etnia Cigana.
Conta-se que o Cigano Vladimir era de origem eslava (Indo-Européia) e que se apaixonou perdidamente por Esmeralda, que assim a chamavam por gostar de trabalhar em magia de cura com pedras verdes (a pedra Esmeralda é verde e também utilizada em cura!) e também gostava desta pedra para o seu uso pessoal, por isto esse apelido; mas ela se casou com outro, pois já estava prometida.
Vladimir se desesperou e começou a beber descontroladamente.
Mais tarde, um pouco conformado, mas ainda apaixonado, passa a trabalhar com magia para unir os casais.
Muitos anos depois, com eles já um pouco idosos, eles se unem, mas ficam pouco tempo juntos, pois ela logo morre.
Seja de que forma for queridos leitores, o fato é que Vladimir é hoje uma Entidade de muita luz, sempre evocada com muito carinho por todos os amantes da Cultura Cigana, principalmente por aqueles que mantém algum tipo de ligação, volto a dizer, com as gloriosas Entidades Espirituais Ciganas, hoje brilhando como pontos luminosos, na Estrada de Estrelas do Espaço Infinito.
Postado por REISELIAS às 04:30 9 comentários
CIGANO VLADIMIR
Era moreno-claro, de olhos e cabelos pretos.

SUAS ROUPAS
Wladimir usava roupas diferentes, conforme a fase da lua.
O detalhe constante nessas roupas é que a calça era sempre da mesma cor do colete de veludo que ele vestia por cima da blusa.

Na Lua cheia, ele usava blusão vermelho com colete e calça azul-turquesa;

na Lua crescente, blusão branco, colete e calça brancos rebordados com fios de prata;

na Lua nova, blusão azul-turquesa, colete e calça vermelhos rebordados com pedras coloridas; e

na Lua minguante, blusão branco de mangas compridas, colete e calça marrons e uma faixa branca na cintura.
Em todas as fases da Lua ele usava na cintura uma faixa branca, na qual trazia o seu punhal de prata.

SEUS ADEREÇOSOS
lenço que Wladimir usava na cabeça era de cores diferentes, conforme a fase da Lua.Era azul na Lua cheia, branco no quarto crescente e vermelho na Lua nova.
Na orelha esquerda ele trazia uma argola de ouro e, no pescoço, um cordão de ouro com um medalhão antigo de seu clã.

SUA MAGIA
O Cigano Wladimir aprendeu a tocar violino com seis anos de idade.
Hoje, quando chega à Terra como espírito,pede logo o seu violino e começa a tocar antigas músicas eslavas.

Um detalhe importante:
quem tem esse Cigano na aura não precisa saber tocar violino, pois, ao chegar, ele traz a essência da música.
Esse é o mistério de Wladimir.

Postado por REISELIAS às 04:24 2 comentários
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FIRMEZA DA TRONQUEIRA
Muitos são os que chegam em um templo de Umbanda e se melindram,
se assustam com as firmezas existentes na porta.
Aquelas casinhas, conhecidas como tronqueiras, que tem como finalidade o assentamento das forças dos nossos exús e pombagiras.
A tronqueira é um recurso maravilhoso, colocado pelo astral em prol dos templos de Umbanda, que recebem os assistidos, na sua grande maioria, com seres trevosos à atormentá-los.
Este recurso é no templo, um ponto de força onde está firmado (ativado) o poder dos guardiões que militam em dimensões à nossa esquerda.
O ponto de força funciona como pára-raios, é um portal que impede as forças hostis se servirem do ambiente religioso de forma deturpada.
No astral, os exús e pombagiras, utilizam-se dos elementos dispostos na tronqueira para beneficiar os trabalhos que são realizados dentro do templo.
Com estes elementos, estes abnegados servidores da luz, anulam forças negativas, recolhem e encaminham seres trevosos, abrem caminhos, protegem, etc...
Dentro de uma tronqueira encontramos vários tipos de ferramentas (instrumentos mágicos), como tridentes, punhais, pedras, ervas, velas, bebidas, etc...
cada instrumento com sua finalidade específica e tanto os exús quanto as pomba giras ativam seus mistérios nestes elementos com a finalidade de realizarem seus trabalhos espirituais.
É importante que os médiuns e os assistidos saibam da importância de uma tronqueira e que todos saibam que este ponto de força está sobre as ordens da Lei Maior.
Quando alguém deturpa este ponto de força, usando-o de forma negativa, este se torna um portal negativo.
Este tipo de procedimento não é da Umbanda e sim de seitas que muitas vezes se utilizam do nome de nossa religião.
Devemos saudá-los, de forma respeitosa quando adentramos nos templos.
Qualquer um pode se servir do poder desses guardiães, acenda uma vela e peça proteção e auxílio e receberá.
Eles estão a serviço do Bem, da Lei Maior.
Na COMUNIDADE TENDA DE XANGÔ, realizamos a firmeza na tronqueira sempre nas sexta-feira que é o dia de maior circulação de energia dentro da casa, o que não quer dizer que seja proibido aceder nos demais dias.
Toda a casa pode ter um tronqueira sem mesmo o dono dela seja mediun esse é um procedimento normal que todos podem invocar a qualquer hora ou dia, tomando sempre algumas precauções que mantem o ambiente livre de larvas astrais e quiumbas (espíritos sem luz).
Como se faz uma tronqueira.
Existem muitas formas bonitas de fazer, mas como somos e pregamos a humildade a mais comum são apenas alguns blocos e uma telha ou qualquer coisa que não seja inflamável para cobrir a casinha dos exus vamos falar assim não é necessário ponto de ferro ou ferramenta firmada e nem imagens essa foto é meramente ilustrativa e para que tenhamos uma idéia da simplicidade agora passaremos a forma de preparação após a estrutura esteja pronta.

Obs:.
A) a mesma deve ficar a esquerda de quem entra a casa do médium ou pessoa que a construiu em caso não seja possível ele será feita do lado que for mais apropriado a frente da casa pode ser tampada se assim o desejar.
B) Em caso de apartamento podemos firmar exclusivamente na quartinha sem a necessidade de fazer a casinha daí segue os passos correspondentes.

1º) a mesma deve esta totalmente limpa de qualquer resíduo;

2º) antes de iniciar as firmezas deve-se fazer um uma limpeza com folha de manga, mamona, pimenta ou espada da mesma forma que é feito o banho de uso mediúnico só que despejado na casa para que retire se ainda houver alguma energia retida;

3º) deve se após estar seca ser firmado o ponto de Exu dentro da casinha com Pemba Vermelha ou Branca não se deve utilizar de maneira nenhuma a Pemba Preta em cultos de Umbanda, caso você ainda não tenha o Ponto ou você não seja Médium você deve utilizar o ponto cabalístico abaixo que representa a Energia Originaria da linha dos Exus.
O garfo representa a Cruz de Cristo com os Braços voltados pra cima implorando o perdão de Zambi (Deus), a reta cruzando o garfo representa a ligação que ele tem direta com o Elemento Terra linha dos Mortos ou Desencarnados, essa linha curva cruzando o garfo representa a manifestação entre o Bem e o Mau dependendo da forma que você os invocou, representa também que mesmo sendo seu guardião o mesmo braço que te escora e te levanta pode te botar pra baixo ou te derrubar isso só depende de uma coisa a sua consciência.

4º) você em seguida acende uma vela vermelha em cima do ponto para Ogum pedindo que ele sendo também chefe da linha da esquerda sempre guarde os protetores daquela firmeza junto com a velas que você pretende acender caso não saiba ainda o que deve acender você pode fazer da seguinte maneira duas velas vermelhas e um preta sempre a de Ogum acima e as demais abaixo formando uma seqüência:
a) a primeira representa seu Exu Guardião seu escora;
b) a segunda representa sua Pomba Gira sua alto estima seu bem querer;
c) a terceira representa seu Exu Mirim o seu sentimento interior que as vezes está repreendido porem ele esta lá.

5º) a bebida deve ser colocada em uma quartinha de barro respeitando a seguinte ordem
a) quartinha com aba só pode ser usada para Pomba Gira;
b) quartinha sem aba é pra ser colocado a bebida do exu e exu mirim, porem você tambem pode colocar também a bebida da Pomba Gira.

6º) o charuto ou cigarro você pode colocar de pé quando der;

7º) você pode fazer caso queira a obrigação de esquerda mensal respeitando que após 24 horas a obrigação deve ser retirada do local e feito a limpeza novamente.

Fonte: http://comunidadeumbanda.blogspot.com/2008/07/firmeza-da-tronqueira.html
Postado por REISELIAS às 15:11 2 comentários
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domingo, 8 de fevereiro de 2009
RELATO DE UMA INICIAÇÃO


Um verdadeiro espírita quando nasce não sabe do seu potencial, quando chega aos seus sete ou oito anos, os seus mentores vêem nele um diamante bruto e então começam a lapidá-lo para que nunca seja levado ou convencido a fazer ou imitar os outros e que tenha consciência das coisas vistas ou sentidas em sua cabeça e mão.
Este médium no futuro será um zelador de santo pois até chegar a uma idade que o santo achar que ele está pronto para assumir esta responsabilidade, ele passará por todo tipo de provação, sempre digo que é uma longa jornada e são muitos poucos que conseguem chegar lá.
Não vejo como bom olhos, aqueles que auto se denominam médium de nascença, pois esses nascem com bons fluídos, mais depois eles mesmos eliminam esses fluídos dos seus corpos e cabeças.
É quando a vaidade toma conta de si.
Geralmente os médiuns espirituais na adolescência tem na vossa mente um pequeno distúrbio mental, não que seja louco ou doente, é a parte clara sou seja um pequeno pedaço em branco que será preenchido com os poderes espirituais.
Este espírita na sua iniciação terá que ter muita paciência e o seu zelador mais ainda.
Nunca irá aprender da noite para o dia, pois cabe ao zelador trazer para si a responsabilidade de todo os trabalhos desse médium, para que as entidades possa confiar no cavalo do médium novo.
Nesse caso se o médium não for de confiança e só fizer aquilo que acha que está certo pra ele e que o zelador está errado, a cobrança virá direto no zelador, se ele insistir em ensinar o médium vaidoso o que sabe.
É como uma escola, os alunos devem aprender com o seu mestre e AL longo dos tempos saberá o que é certo e o que é errado.
Aos médiuns iniciantes, sempre falo, não se deixem enganar com os seus zeladores e não pensem que estão enganando eles, pois a visão deles nesse momento é saber quem fala a verdade e quem mente, quem faz os preceitos e quem não faz.
Siga as regras do seu barracão, pois com o tempo as suas entidades lhe protegerão e dirão de alguma forma o que aprendeu de certo e o que aprendeu de errado.
Nunca pense que um dia terá a força e o poder do seu zelador.
Pense que um dia terá a sua força e o seu próprio poder espiritual, para ajudar ao seu zelador e as outras pessoas.
Lembre-se sempre, se o seu zelador chegou até ali, alguém lhe deu a força e não foi carnal, foi espiritual e muita Fé no povo de sua corda.
Elias de Xangô.
Postado por REISELIAS às 13:57
6 comentários:
Anônimo disse...
Muito bom esse texto,eu,como iniciante procuro ler muito...No começo, minha cabeça era um turbilhao de dúvida,mas ao longo de um ano as coisas estão se ajeitando...Antes, cheguei a pensar que estava ficando doida.Mas tudo mudou,e procuro ler muito.Abraço,Jussara.

6 de março de 2009 06:56
Anônimo disse...
Gostei do relato.
Se possivel for poderia orientar no sentido de como saber as caracteristicas de um medium de berço.
Desde ja grata.
rosangelaagostini@terra.com.br

31 de maio de 2009 20:01
Anônimo disse...
Gostaria muito de saber se tem algum ritual no candomble, em que se fazem pinturas no corpo do medium , com simbolos dos orixas...
Tive um sonho assim e fiquei impressionada com a nitidez da
minha lembrança........
Sou muito grata!!!!
Obrigada,Esmeralda.

29 de junho de 2009 11:56
Anônimo disse...
Aos médiuns iniciantes, sempre falo, não se deixem enganar com os seus zeladores e não pensem que estão enganando eles, pois a visão deles nesse momento é saber quem fala a verdade e quem mente como isso acontece? como vc terá confiança em algum médio? vc tem ou já teve? tem q ter um preparo?
um dia frequentei um terreiro e foi o perído em q mais m apaixonei pelo espiritismo foi um periodo em q tds as pessoas m ajudaram a enchergar o que é,como é,e tenteram m fazer enchergar como fazer. foi o melhor lugar mas....

31 de março de 2010 19:21
Anônimo disse...
vou usar como minhas as palavras d uma grande entidade evoluida " que o grande m d a oportunidade d mostrar pra eles como eu aprendi a grande parte com eles q sé tenho a agradecer" sinto uma enorme falta de tds .

31 de março de 2010 19:25
Anônimo disse...
GOSTARIA DE PODER ENCONTRAR AQUI EM MINHA CIDADE BELEM -PA UM ZELADOR DE CONFIAÇA PARA INICIAR MINHA FEITURA E REORGANIZAR MINHA MEDIUNIDADE..
email:suenanda_2005@hotmail.com

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